domingo, 30 de janeiro de 2011

Simon's Cat - A pedidos

Ok, então vamos a mais uma rodada sobre gatos ^^

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Imagens ^^

E eu que pensava que era a programação que processava os dados...


Fico espantado com o tempo que perdemos discutindo... Quando a ação geralmente demoraria menos e seria menos traumática do que toda a discussão...
Todo o dinheiro perdido resolvendo problemas que a "reforma ideal" deveria resolver, teria reformado a casa da vó até o ideal... passando por erro e acerto...

GATOS ^^



Gatos são tudo de bom ^^

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Meu Time

Hoje, e somente hoje, eu notei uma coisa:

Só tem eu no meu time.

As pessoas possuem grupos que as ajudam a fazer as coisas. Tecnicamente, somos líderes do nosso próprio grupo, onde os familiares, amigos, parceiros, colegas, colaboradores e - em último caso - contratados, nos auxiliam para atinjirmos nossos objetivos.

E, assim como angariamos toda uma gama de pessoas para auxiliar, fazemos parte dos times das pessoas que gostamos.

A participação no "time" das outras pessoas é diretamente proporcional à importancia desta em nossa vida. Maridos, Esposas, Filhos, Pais, Patrões e afins, geralmente, possuem nossa maior atenção e dedicação. Geralmente essa atenção e dedicação é retribuída com mais uma pessoa jogando no nosso time.

Assim, formamos grupos que nos empurram para a direção dos nossos sonhos.

Agora, pode parecer extremamente melodramático para muitos, mas, para mim, soa como uma revelação divina da verdade universal: Não há NINGUÉM jogando no meu time!

Minha faculdade tá atrazada? FODA-SE!
To precisando de algo? FODA-SE!
Como eu estou me sentindo? FODA-SE!

Todas as pessoas que se aproximam de mim (SUPRA CITADAS) esperam, querem, exigem ou tomam de mim algo, mas nada dão em troca.
Mas antes fosse só o roubo e estupro...
Há casos como o da minha mãe e da minha avó em que, além de exigirem o que querem, ainda me "ajudam" ditando o que eu deveria ser ou fazer. E ainda se ofendem ao verem a minha recusa a "tudo o que elas podem me dar" (que, para elas, é a coisa mais importante do mundo!).

Então, jogo no time desses idotas, me mato para corresponder, meu esforço é desprezado e humilhado e, depois de tudo, ainda tenho que engolir críticas como se fossem o supra-sumo do amor.

Acho que ninguém mais sabe como é tentar elogiar uma pessoa e ser agredido por isso.

Nos últimos 5 anos pedi "paz" de natal e ano novo... Creio que acabei de compreender o que fazer para alcançar minha tão esperada serenidade: Me desapegar de todas as pessoas que me fazem mal.

Não que isso seja novo. Deixo gente pra trás desde o Heriberto Hülse... Já larguei de mão uma turma inteira. Já deixei pra trás pessoas que deveriam ser tudo na minha vida. Acho que é chegada a hora de deixar para trás qualquer coisa que não seja o meu nariz.

E, sinceramente, para todos que já tomaram algo de mim e não me deram exatamente o que eu queria: ou passam a fazer as coisas corretamente, ou vão sumir da minha vida.




E Ponto Final!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Anti-Fundamentalistas

"Abomino gente intransigente".

Excelente comunidade do Orkut. Participem.

Nunca quis morar perto de muitas pessoas. Não sou acostumado a isso. Mas nunca sabia o Porquê.
Sabe, descobri o maior problema em viver perto de muitas pessoas: Fundamentalistas.

Povo chato do caralho!

Sempre encontramos esses radicais de merda, que levam as coisas a sério demais, chegando - normalmente - ao ponto de afirmarem que são os únicos certos no mundo.


Normalmente, guardamos esse tipo de crítica a religiosos... Sempre tem um Testemunha de Geová para fazer você perder toda a manhã de sábado discutindo merda.
Mas não me refiro única e exclusivamente à religiões: ultimamente tenho encontrado fundamentalistas de clubes de futebol, vegetarianos, políticos, geográficos, sexuais, musicais, etc...

O pior é que todo fundamentalista sempre têm frases prontas para gritar, querendo te convencer que a visão dele é a única. Não param para pensar que as pessoas têm o direito de estarem erradas em suas opiniões (desde que não prejudiquem os outros...).

Hoje, fiz uma piada com o Inferno... deixando claro que era uma piada desde o início, e escutei um "Vai ler a Bíblia"...
Esses dias, ia participar de uma janta na república onde moro, e escutei um "se vai ter carne, nem participo"...

Na boa, vão à merda!

Abram suas cabeças para a possibilidade de diversidade de opiniões. Riam dos que não têm a mesma opinião que a sua. Até debatam - CIVILIZADAMENTE - com as pessoas que não possuem a mesma opinião. Mas parem de ser um bando de chatos de merda!




terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A Polêmica do 13º Signo

De acordo com os astrônomos de Minnesota, este é o período correto que identificaria cada signo:
Áries: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro
Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
 
A Polêmica do 13º Signo
Paulo Araújo Duarte. Professor de Astronomia do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina.   -  pduarte45@hotmail.com

Nos últimos tempos, temos visto alguma polêmica e alguns mal-entendidos no que diz respeito aos signos do zodíaco e às constelações que o mesmo contém. Na verdade, não devemos fazer confusão entre signo e constelação zodiacal. Os signos, em número de doze, correspondem cada um à divisão de 30 graus do círculo zodiacal (360 /12 = 30), os quais recebem o nome da constelação mais significativa daquela região do céu conforme os povos antigos que criaram tal concepção de organização estelar, e que a Astrologia adotou e ajudou a popularizar. As constelações sempre tiveram, desde a época das civilizações mais antigas, a importante função de dar uma organização ao céu, facilitando sua leitura e ajudando na identificação dos astros. Sempre representaram uma verdadeira cartografia do céu. Acontece, contudo, que até o início deste século, a delimitação das constelações não respeitava um critério padrão, existindo cartas celestes com limites irregulares, além de arbitrários e ainda com algumas linhas curvas. Havia também mapas e globos celestes com configurações artisticamente elaboradas, sem a precisão do rigor científico, como ainda constelações que eram identificadas por linhas arbitrárias que interligavam suas estrelas. Foi a partir de 1922, quando da criação da União Astronômica Internacional (UAI), que o conceito de constelação começou a mudar e surgiu Ofiúco (Ophiucus) como uma 13a constelação zodiacal. Durante a assembléia geral da UAI em 1925, em Cambridge, foi criado um grupo de trabalho para estudar a questão das delimitações das constelações, surgindo daí a proposta de criação de regiões na esfera celeste, tal como um país dividido em estados. Assim, a esfera celeste foi dividida em 88 regiões, também chamadas constelações, com tamanhos variados e delimitações bem definidas e retilíneas. Cada região recebeu o nome da principal constelação nela predominante e todas aquelas cortadas pela linha da eclíptica (linha que no céu, vista da Terra, representa o caminho percorrido pelo Sol durante o ano) passaram a ser consideradas zodiacais. Convém explicar que o zodíaco é um círculo ou faixa de 17 graus no céu, que abrange toda a esfera celeste e que tem no centro a linha da eclíptica. Foi desta forma, então, que o zodíaco acabou por ser premiado com 13 regiões ou constelações, que são: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Ofiúco, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes. Convém salientar novamente que para ser considerada zodiacal a constelação deve ser atravessada pela linha da eclíptica, ou seja, o sol deve cruzá-la ao longo do ano. Acontece que depois de passar por Libra e Escorpião, o sol cruza Ofiúco de 30 de novembro a 17 de dezembro, antes de entrar em Sagitário. Porém, esta passagem do sol por Ofiúco não é considerada pela astrologia. Do modo como foi organizado o céu pela UAI, todas as treze constelações ocupam espaços diferentes ao longo da linha da eclíptica, o que significa dizer que a divisão do zodíaco em doze signos de trinta graus cada um é puramente arbitrária e segue apenas a tradição dos povos antigos. Ofiúco é uma constelação um tanto extensa, sendo conhecida também por Serpentário. Na mitologia grega, este agrupamento de estrelas estava associado a Esculápio, deus da medicina. Segundo a lenda, Esculápio passou a dedicar-se à arte da cura após ver uma serpente ressuscitar outra com algumas ervas que trazia em sua boca. Esta é, inclusive, a origem do símbolo das ciências médicas: duas serpentes enroladas num bastão. Ainda sobre esta constelação, diz-nos o saudoso professor Amaro Seixas Netto:
"Em realidade, o Zodíaco atual tem treze constelações. Desde 1952, temos adotado esta Constelação Zodiacal em nossos estudos, criando assim o Zodíaco perfeito e exato sobre a Eclíptica. Esta descoberta decorreu duma análise profunda do curso do Sol zodiacal, e deste modo propusemos a sua notação na Faixa Zodiacal bem como criamos o seu signo, publicado na Imprensa para registro. Pode observar-se que o Sol, no Zodíaco, percorre pequena parte do Escorpião e logo entra no Ofiuco, para depois ingressar em Sagitário." SEIXAS NETTO, A. O zodíaco. São Paulo : Editora do Escritor, [19--]. p. 60.
Para alguns astrólogos, a polêmica a respeito da existência de um 13° signo não faz sentido, haja vista que não são as constelações lá no céu que influenciam os seres aqui na Terra e sim energias cósmicas que tomam como referência os signos tradicionais. Há também opiniões que procuram justificar que tanto a cobra (Ofiúco) como o escorpião são animais que trocam de pele, indicando uma personalidade sujeita a grandes flutuações, e que, neste caso, Ofiúco vem a ter o mesmo significado astrológico de Escorpião. Portanto, apesar de termos 13 constelações zodiacais, com a inclusão de Ofiúco, a divisão do zodíaco em doze signos, para efeito da astrologia, segue a antiga tradição e não precisa levar em consideração as mudanças estabelecidas pela UAI, o que muitos astrônomos consideram uma imperfeição. E como a divisão do zodíaco em signos não apresenta nenhum interesse prático maior para a astronomia, o surgimento de Ofiúco como região zodiacal em nada deverá abalar as crenças e os estudos astrológicos, pois os astrólogos sabem que suas concepções não partem das constelações e sim dos signos, que são meras convenções. 


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Minha Opinião
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Devemos separar Astronomia e Astrologia.
Até Copérnico, Kepler e Galileu, as duas ciências andavam juntas.
Porém, a partir dos estudos, invenções, visualizações e - principalmente - uso da matemática e da física, Astrologia e Astronomia se diferenciaram.


Hoje, Astronomia é uma ciência exata, com ramos como a Astrofísica e Astrobiologia, por exemplo.
A Astrologia, por sua vez, não teve os seus resultados provados matematicamente, ainda (muito embora sejam eficazes).


O zodíaco, para a Astronomia, compreende as constelações por onde o sol se desloca durante a translação da terra. O que por sí só é uma mera convenção para localização de estrelas, visto que as estrelas das constelações estão em distâncias diferentes e não é o sol que passa por elas... Com as análises mais avançadas de mapeamento do espectro de radiação do universo, cada vez mais as convenções de constelações são deixadas para trás, em favorecimento de códigos para denominação de estrelas mais precisos para que qualquer pessoa (com conhecimento) possa localizar e visualizar as estrelas em qualquer momento do ano.


Já para a Astrologia, o Zodíaco é uma convenção rígida. Desde os primórdios os estudantes do céu norturno sabiam que a constelação de cobra "tocava" o círculo zodiacal. Porém, convencionou-se que seriam 12 os signos. Há muito tempo já sabe-se da defasagem das constelações em relação aos dias e mêses do ano. Porém, a Astrologia divide a órbita terrestre em 12 pedaços de 30º.


Assim, fiquem tranquilos: essa discussão toda serve só para puxar conversa em bar e rirmos um pouco.


(Ufa! Continuo sendo de Peixes, hehe!)

Inferno Astral.

Então, entrei, definitivamente, no meu Inferno Astral.

Portanto, até 23 de fevereiro, por favor:

Não me convidem paraprogramas de índio;
Não me peçam coisas;
Não me peçam opiniões;
Não levem a sério nada que eu falar;
Me pré-desculpem por qualquer coisa que eu fizer (ou não);
Não me proponham negócios;
Não me entulhem de coisas para fazer;
Não exijam nada além do óbvio de mim.

Se eu pudesse, me esconderia em um quarto com internet para ficar jogando joguinho nos próximos 30 dias, até a maré de zica e confusão passar.

Porém, como não posso, conto com a compreensão e ajuda de todos ao meu redor.

Muito obrigado.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Redenção...

Bah...

Ontem, entre +ou- 19:30 e 21:00, resolvi começar a andar na Redenção.
Como estamos no verão, esse é o horário em que o sol começa a se por, deixando a temperatura mais agradável para exercícios. Além disso, esse horário impõe um limite natural para que acabe a brincadeira.

Eu - que nunca fui muioto de exercício por sí só, gostei de algumas coisas que eu notei.

Primeiro, há alguns campos de futebol e gente jogando. Talvez, na hora que as caminhadas me dêem capacidade de correr um pouco, eu me meta a jogar bola por ali.

Depois, creio que ainda há um local que aluga bicicletas. Derrepente pode ser uma boa pegar uma bike e fazer uma horinha ali...

Mas o mais legal é que a Redenção acaba por não ser só uma "caminhada por caminhar". É um lugar que está presente em muitas memórias minhas. Bicicleta, passeios, atravessar ela a trabalho, morar ali perto, passar ali perto...

Inclusive, a minha escolinha infantil ficava do outro lado da Redenção. Claro que, hoje, mudaram o nome já. Saudades da "Escolinha da Margarida":


Cada volta que eu faço na Redenção dura, aproximadamente, meia hora.

Na caminhada, é essencial o uso de um MP3, hehe. Escutar músicas enquanto você caminha só potencializa a experiência.

Por fim, não levei água e nem precisei. Mas, creio eu, em dias mais quentes, seja necessário.

Na volta, fiz questão de passar na rua da República para marcar outro lugar legal da cidade: uma sorveteria com sorvetes artesanais e ambiente de 1950. Sorte minha não ter levado dinheiro, senão ia ingerir as calorias que perdi dando as minhas voltas na Redenção, hehe.


República esquina com José do Patrocínio.
(Eu sei, ficou uma merda a foto, porque, além do meu celular não ser tão bom, era noite já...)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Meu Primeiro Vídeo-Clip

Hoje, vou me exibir um pouquinho, hehe...

A música abaixo chama-se PL.
A música remonta o ano de 2002, mais especificadamente, o final deste ano.

Sei, sei, carece de uma introdução, um solo entre o primeiro refrão e a segunda strofe, um cantor de verdade e uma gravação mais caprichada.

Nessa gravação mais caprichada, talvez guitarra, baixo, bateria, violino, gaita-ponto e xilofone fiquem melhor do que esse Acústico que fiz...

Mas o que importa é o primeiro registro e imortalização da minha obra artística.

Enjoy!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Bruxas taxadas

Baita notícia, que pode mostrar um bom exemplo ao Brasil!

Na Romênia, o governo está taxando as práticas de Bruxaria:



http://pt.euronews.net/2011/01/06/romenia-bruxas-lancam-feitico-contra-governo-em-protesto-contra-impostos/

Ignorâncias e brincadeiras deixadas de lado, é fácil compreender o que está acontecendo, olhando para o nosso próprio umbigo.

Duas coisas fazem com que um governo incida impostos sobre uma atividade:
1) Necessidade de arrecadação;
2) Atividade com grande fluxo de transações.

Assim, se aproveitando que muitas pessoas compram comida, o governo incide um imposto sobre a transação.
Vestuário, Medicamentos, Serviços, Eletro-eletrônicos, Informática, Automóveis, Lazer, Cultura, Diversão...
Qualquer coisa que seja passível de mercado pode ser taxada.

Na Romênia, onde o povo é muito supersticioso, o governo encontrou uma lacuna onde arrecadar mais e mais tributos, a fim de remendar o orçamento, tão castigado pela crise do leste europeu.

E o que isso tem a ver com o Brasil?

Simples: Assim como os Romenos, nós, Brasileiros, temos uma vasta gama de transações, efetuadas em freqüência assustadora, que não são taxadas.

O não-reconhecimento de muitas religiões e liberdade fiscal para todas elas, fazem com que a compra e venda de muitos produtos para rituais não sejam passíveis de notas fiscais e arrecadações.
Os camelôs e suas inconfundíveis tendinhas móveis, com seu menu de bugigangas paraguaias, chinesas e coreanas nem sempre são devidamente tributados.
Mas, antes, fosse somente esse tipo de comércio não-taxado no Brasil...

Creio que poderíamos taxar a prostituição e as Drogas.
O problema das drogas poderia ser facilmente controlado quando o governo liberar o uso e exigir CNPJ para compra e venda de drogas. Com um imposto alto para a produção, refinamento e venda de narcóticos, o lucro baixaria tanto que os traficantes precisariam aumentar o preço. Ao consumidor final, o custo iria se tornar inacessível para a grande maioria.

E, na mesma medida, o governo arrecadaria muitos tributos.

No mesmo passo, a prostituição poderia ser um serviço autônomo, passível de recolhimento de impostos, ou - até mesmo - serviço a ser colocado em carteira de trabalho.
Com tantos impostos e recolhimentos compulsórios, os lucros da "vida fácil" diminuiriam drásticamente. Para contrabalancear, as profissionais certamente aumentariam o valor dos serviços em tal proporção que inviabilizaria a prática.

Com estes serviços controlados e escancarados, perderia-se muito da áura de "proíbidos". Adolescentes não veriam as drogas como ato de revolta à sociedade.

Chego, na utopia, a afirmar que até a "população de bem" voltaria a se estabelecer aos poucos.

"Yo no creo en las brujas; pero que las hay, las hay..."

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Cavando até o Japão!


E ai gente,,,

Quem nunca imaginou, quando criança, em cavar reto até o outro lado do mundo?

Bem, este site aqui: http://www.antipodr.com/?addr=&x=190&y=29 mostra ^^

Basta colocar uma indicação do lugar de origem e o site mostra o lugar onde sairíamos se cavássemos até o outro lado do mundo.

Ali em cima, a imagem mostrando o lugar de saída se a partida fosse de Porto Alegre.


Em tempo: "Uma mulher sempre deixa o seu homem por outro homem; Um homem sempre deixa a sua mulher por causa dela mesma."

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Aprendendo a Conversar

Aiai...
Eu juro por tudo o que é mais sagrado que eu não queria falar disso. Acho pretencioso demais. Tipo, "poxa, o Arthur, agora, vai ensinar os outros a conversar! Quem ele acha que é?"
Bem...
Até ontem, eu achava que não era ninguém para ensinar os outros a conversar. Mas, depois dos abusos que sofri de várias pessoas diferentes, vou resumir em algumas linhas quais são os pontos a serem observados durante uma conversação.
Minha metodologia vai criar 4 grandes grupos: Início, Meio, Fim e re-início.
Cada um destes grupos terá um sub-grupo de características próprias para o bom fluxo da conversação.

1 - Início:

1.1 - Regras básicas de conversação:
As regras básicas precedem a conversação em sí. São regras de educação, moral, ética, cultura e técnicas que devem estar implícitas aos seres que pretendem travar um debate.

Infelizmente, esse é o ponto mais negligenciado em nosso país.
Na questão de educação, comento que nem toda hora é hora de conversa. As pessoas têm momentos e momentos para conversar. Algumas pessoas gostam da necessária solidão. Sempre há o horário da novelinha. Se alguém está compenetrado, tenha educação e só fale se for realmente necessário.
Ainda pensando em educação, evite palavrões. Eles são extremamente desnecessários durante uma conversa. Mas, mesmo assim, prefiro um palavrão anunciado do que grosserias veladas. É de muito mal tom criticar alguém mascarando como elogio. "Impressiona a sua coragem em usar cores homossexuais na rua!" ou "Gosto como você é sincero em admitir sua ignorância!". Por favor, vá ser grosseiro na puta que pariu!

Falando em início de conversa, deve-se avaliar duas coisas:
a) Uma pessoa trás o assunto em pauta. Essa pessoa pode ser totalmente ignorante do tema ou ter domínio completo do mesmo. Em ambos casos, espera-se que esta pessoa domine o fluxo da conversa. Afinal de contas, essa pessoa foi quem trouxe o assunto em pauta e é ela quem tem necessidade do debate.
b) Uma segunda pessoa interfere na introdução do assunto. Essa segunda pessoa pode tomar esta atitude se (e apenas se) a dúvida exposta for próxima mas não exatamente a mesma de quem trouxe o assunto ou se sabe de algo que complemente o assunto trazido pela outra pessoa que o domina.

Então, um primeiro aluno trás uma dúvida para a sala que, antes de ser respondida pelo professor, é estendida por um segundo aluno.
Ou, um professor aborda um tema para um assunto e, antes de começar a explicá-lo, outro porfessor enlaça e extende o tema, complementando-o.

Nos dois casos, a pessoa que iniciou a conversa foi interrompida, mas a conversa prosseguiu, mais rica que anteriormente.
A Eudação nos conta que "quando um burro fala, o outro baixa as orelhas". Eu digo que, "quando um burro começa a falar, a conversa cria vida própria e deve ir até onde ela deve ir."

Na questão de moral, nenhum texto deve subverter o que é tido como moral para a sociedade. Digo isso porque, via de regra, as leis já são feitas sobre a moral e falar contra a moral, geralmente, é falar contra a lei. Não quero, aqui, incitar contravenções nem inversões de valores. Mas lembro uma frase:
"Busca a Simplicidade. Examina tudo constantemente, para ver se descobres como simplificá-lo e aperfeiçoá-lo. Não respeites o Passado. O fato de que uma coisa se fez sempre de certa maneira não prova que não haja uma maneira melhor de fazer." - (Henry Ford)
Digo que a moral e bons costumes de hoje são práticas tarimbadas por milênios de evolução das diversas sociedades humanas. Mas, não é porque sempre foi feito de um modo que este
modo não possa ser melhorado.
Aliás, vou falar novamente, para não haver dúvida: "...não possa ser ME-LHO-RA-DO"

Endendeu tupiniquim? Só há um caso em que a subversão da moral é aceita: quando é para melhorá-la. Então, baixa a bola e lembra que, para que a moral seja melhor, tem que melhorar
a vida de todos! E, geralmente, o que tu imagina só melhora a tua vida. Ou sequer isso. (Pensadores alemães que geralmente adoram subverter a moral para esculhambar tudo... e,
surpreendentemente, tem um bando de néscios deprimidos que aplaudem de pé, citam e estimulam a destruição dos bons valores)

Antes de começar uma conversa, lembre que o mal só entra onde o bem está ausente. Assim como só há escurdão onde não há luz, só há frio onde não há calor, é nosso dever colocar o bem em qualquer lugar onde achamos que ele não exista. E o bom do "bem" é que ele não se importa de onde veio... O bem pode ser emulado, fingido, maquiado e até mentido (desde que seja realizado!); para a eternidade ficará o bem que foi feito, não o motivo pelo qual ele surgiu.

Eticamente, digo que a conversa deve ser imparcial. Incito aqui a idéia de que cada idéia é um ser a parte. Como diz a célebre frase "as idéias não morrem; o que morre são as pessoas que defendem as idéias." Assim, podemos tratar idéias como entidades separadas, independentes das mentes, personalidades e culturas que as defendem.
Assim, trazendo esse conceito para a ética, não há sentido em ataques gratuítos às pessoas que defendem as idéias. Em um debate, são as idéias quem brigam. Os argumentos são as
armas. Como somos (ou pelo menos deveríamos ser) seres civilizados, deveria ser ponto comum gritarmos nossos argumentos contra outra pessoa em um momento e, no seguinte, ir
abraçado para um bar com essa mesma pessoa, confraternizar.
Porém, o que vemos é totalmente o contrário no mundo inteiro: Pessoas ficam contra outras pessoas por causa de idéias, ideais e dogmas. Em vez de lidarmos com certezas, lidamos
com convicções. Apunhalamos - sempre que possível - nossos adversários (seja pela frente, pelas costas, com adagas, bombas, napalm, etc...) o tempo inteiro. Falamos mal da pessoa em vez de falar mal da idéia. E, mesmo quando somos éticos e falamos da idéia (com embasamento, educação, etc...) a outra pessoa pode não ter ética nem própria, e tomar como ofensa.
Ridículo.

Vamos deixar claro: apesar de estarmos no antropoceno (era geológica marcada pelo domínio do homem), convivemos, diáriamente, com pessoas de outras eras geológicas. E não é preciso ir longe... Não precisamos ir a uma reserva indígena para termos contato com pessoas do paleolítico (era geológica marcada pelo domínio do trabalho com pedras); ao mudarmos de país, estado, cidade, às vezes de bairro... já encontramos pessoas com culturas e entendimentos próprios, diferentes dos seus. E temos que conversar. Precisamos nos comunicar. E como vamos fazer isso?
Não falo nem de linguagem, maneirismos e modismos ou de sotaques e gírias... Estou falando de modos distintos de tratar palavras em comum, idéias em comum. Muitas pessoas não são abertas para novas culturas. Muitas culturas impõem, por sí só, barreiras na interação com as demais.
São nuances que temos que, simplismente, saber lidar e superar.
Falar com pessoas mais velhas, com cultura de outros tempos, ou com pessoas mais novas, de culturas que ainda não dominamos, são verdadeiros desafios.
Para estes desafios todos, sugiro que utilizem uma ferramenta de peixes: Antes de abrir a boca, imaginem-se como uma pessoa desta outra cultura. Desapegue-se do seu personagem
por um instante e assuma um novo personagem da cultura que você está acabando de ter contato. Abra-se para a relação. A arte de conviver é a arte de ceder. E, durante o momento
que você se cede à nova cultura, paradoxalmente, você ganha essa nova cultura para o seu ser. "É dando que se recebe", não é? Doe-se, entregue-se e receba um novo mundo dentro
de você. Com este novo mundo, você só terá mais e mais ferramentas para poder evoluir como pessoa em aspectos que podem até te surpreender com o tempo.

Aspecto técnico. PELO AMOR DE DEUS! Amigo, converse temas que as pessoas tem propriedade ou querem ter. Não converse assuntos chatos com quem não tem interesse ou contato com eles.
Situação: Um Técnico de Informática e um Capataz de Fazenda conversando.
O Técnico de Informática indicando o que fazer para a fazenda se modernizar;
O Capataz da Fazenda indicando a melhor forma de laçar uma vaca.
Bem, dessa conversa não vai sair boa coisa... Provavelmente o nerd da informática vai - até - acabar levando uma surra do Capataz.
Quero dizer que a conversa deve ter os níveis técnicos para que a comunicação se estabeleça. E, como estamos começando a conversa ainda, devemos imaginar se o que vamos falar é de interesse e compreensão do interlocutor.


1.2 - Demonstração do Assunto:

Estruturação
Bem, então já nos colocamos no lugar da outra pessoa, lembrando de todos os aspectos possíves. Agora que já sabemos como falar, vamos começar uma verborragia e desandar a debater!

Nada!

De nada adianta se colocar no lugar da outra pessoa em todos os aspectos mas não se fazer entender.
O início da conversa deve deixar o assunto extremamento claro. O interlocutor não deve ter dúvidas quanto a sua inteção de perturbar o silêncio.
A sua dúvida deve ser clara.
A sua afirmação deve ser direta.

Como estruturar uma idéia?

Se for perguntar, faça uma breve explicação da sua dúvida, que acabe com uma pergunta simples.
Durante a noite sinto frio. Porquê?

Se for afirmar, faça com certeza:
Durante a noite, nosso hemisfério não está voltado para o sol, fonte primária de calor da Terra.

Pense antes de falar. Toda frase deve haver sujeito e predicado. Complemente na mesma frase só se for extremamente necessário.

Explanação
Uma vez pensada a frase, agora é hora de falá-la.

Vou lhe contar um segredo: (de graça, ein!)
Salvando questões de educação, AS PESSOAS QUEREM ESCUTAR VOCÊ!

Isso mesmo. Tem gente que se mata para pagar por um ingresso para escutar outras pessoas! Em geral, somos curiosos. E queremos saber o que as outras pessoas pensam. Admiramos quem consegue pensar de uma forma original e eficiente. Queremos nos surpreender com uma arrumação nova das mesmas palavras.
Por isso, tenha calma ao falar. Delicíe-se com cada letra, sílaba.
Há um conceito que gosto de repetir: Pronuncie o espaço entre as letras!
Portanto, se você já chegou até aqui, já sabe como e o que falar. Já sabe para quem vai falar. Já está seguro que tudo está correto, o interlocutor quer te ouvir... Então, deixe o holofote atingir seu rosto, espere as palmas cessarem e comece o seu show!


1.3 - O outro no Início da conversa:
O que se espera
Bem, até agora, você era quem ia começar a conversa. Agora, por um momento, vamos nos desviar para a outra personagem, a pessoa que vai escutar a conversa.
Amigo, se alguém está falando para ti, essa pessoa espera a mesmíssima coisa que você espera quando você fala. É tão difícil oferecer o que você espera dos outros para os outros?

Creio que esta pergunta resume tudo o que se pode esperar do ouvinte, mas vou expressar o que eu espero dos meus interlocutores:
a) Atenção. Prefiro que tu diga na minha lata que não se interessa no que eu estou falando desde o início do que me deixar falando com as paredes.
b) Contrapontos. Não gosto de discursar. Gosto de conversar. Mesmo respondendo uma pergunta, gosto de contrapontos. Gosto que a pessoa pense e responda o que eu acabei de falar.
c) Amistosidade. Adoro conversar. Odeio brigar. Quer brigar, vai procurar outro.

O que pode fazer
Bem, como já dito, o interlocutor pode interferir no início da conversa se for para melhorá-la. Porém, isso exige que ele escute o locutor primeiro.
O interlocutor tem todo o direito de exigir o tema da conversa sempre que este não parecer claro. Perguntas e mais perguntas a respeito do que será tratado são fundamentais para uma boa conversa.

Erros comuns
Desviar o assunto;
Mudar o assunto;
Não deixar o locutor falar;
Falar por tópicos;
Falar de sí próprio, não deixando o locutor terminar a introdução.

2 - Meio:

2.1 - Regras de debate:

Bem, agora o assunto já está claro e as partes estão dispostas a conversar.
O meio da discussão só ocorre quando as duas partes possuem opiniões diferentes.
Opiniões iguais, geralmente, pulam esta parte indo diretamente para a conclusão.

Educação
Há um códgio de conduta a ser cumprido durante o meio da discussão.
A pessoa que fala deve estruturar os seus argumentos e utilizá-los de acordo com o que a outra pessoa falar, encadeando elos para compor a estrutura da conversa.
Cada elo tem o seu devido peso, por isso, às vezes temos que usar um conjunto de elos para contrapor o argumento anterior.
Mas isso é importante de deixar claro: Uma conversa não se chama diálogo por acaso: são duas pessoas falando.
Ou seja, assim como no ping-pong, tu coloca o teu argumento e espera pelo outro argumento.
Em conversas que não sejam debates, a analogia é subir uma escada: cada parte é uma perna, cada argumento é um degrau vencido. Se só um fala, é como ficar subindo uma escada em um pé só. Chega uma hora que cança.


Argumento
Bem, esse é um dos dois tijolos fundamentais de uma conversa. Um argumento é algo a favor da idéia inicial.
O tema é Carnaval? O Argumeto é tudo o que for falado a favor.
O tema são histórias da campanha? Todas as histórias boas são argumentos.

Cada tema tem o seu valor, peso para a história.
Argumentar que Judeus ajudaram na segunda guerra, não trabalhando de forma tão eficiente na confecção de materiais para os nazistas em campos de concentração, em nada rebate os
contra-argumentos do holocausto.
Portanto, cuidado com argumentos fracos para sustentar opiniões grandes. Mesmo uma sucessão de pequenos argumentos não sustentam. Não podemos fazer arranha-céus funcionais com pecinhas de lego.

O argumento é uma pequena história. Apesar de podermos resumí-los a pequenas frases, geralmente estamos somente "topificando" a conversa:

L - Carnaval é bom!
I - Não é!
L - Aumenta a economia!
I - Aumentam as doenças venéreas!
L - Manifestação cultural!
I - Aumento da Violência!
L - Dias de descanço!
I - Descanço dos ricos, pobres trabalham!
L - Confraternização!
I - Mortes no Trânsito!
.
.
.

O exemplo acima mostra como um debate pode ser acirrado... mas totalmente superficial e improdutivo.
Falar por tópicos é ineficiente. Grandes e fortes argumentos são reduzidos, desqualificados facilmente.
Dé uma pequena história para cada argumento e enriqueça-o. Defenda os tijolos que compõem a sua opinão.


Contra-argumento
Tão importante e fundamendamentalmente igual ao argumento, temos o contra argumento. É igual em essência, mas é o oposto. O contra-argumento nega a afirmação inicial. Deve ser estruturado para negar as afirmações feitas pelo argumento.
Segue as mesmas regras mas, no jogo de xadrez da conversa, contra-argumentar é começar com as pretas; o contra-argumentador começa em desvantagem de uma jogada. Geralmente a introdução é uma afirmação de um assunto sob a ótica do argumento fundamental que sustenta ela. E, mesmo que o argumento fundamental não seja tão forte, há um outro segredo na conversação que eu evidencio aqui:
Nossos cérebros assumem a primeira coisa dita, sempre, como verdade. Mesmo que não seja!
Assim, quem começa uma conversa tem a vantagem de que nosso cérebro assume que o que foi dito é verdade. O interlocutor que "se vire" para provar que o que foi dito é mentira e para provar a verdade. Essa desvantagem faz com que muitas mentiras perdurem por muito tempo em nossa sociedade.

O exemplo maior são as religiões:
Muito embora não haja nada que prove a existência de Deuses, como nos é doutrinado que existem, os contra-argumentadores que "se virem" para provar a inexistência.
Porém, como não há um argumento sólido para provar a não-existência (ou seja, ninguém "se virou" até agora para contra-argumentar), Deuses continuam difundidos onde quer que se vá.

Fatores sociais em uma discussão
Um mesmo argumento (doravante, quando falar "argumento", vou me referir a "argumento" e a "contra-argumento") não possui o mesmo valor em culturas diferentes.
Para Japoneses, é indubitável o valor do estudo. No Brasil, os estudos são valorizada por uns, negligenciados por outros. Na África há povos que nem sabem o que é uma sala de aula.

Volto ao início da conversa para comentar que temos que nos colocar na outra pessoa para sabermos não só como falar, mas para descobrir o que falar. E não se trata de enganação,
fingimento. Se trata de evolução, aprendizagem e apropriação de novos conceitos. Crescimento.


Fatores sexuais durante uma discussão
Não adianta ser hipócrita: homens e mulheres pensam e agem de formas diferentes. Temos pontos de vista diferentes e estes devem ser levados em conta durante uma conversa.

Argumentos machistas não irão surtir efeito com mulheres, assim como argumentos feministas não sensibilizarão homens.
Além disso, há uma diferença básica entre a forma de conversação de mulheres e homens.
Homens são, em essência, "monotarefas". A linha de conversação deve ser uma só. Se há desvios do tema principal, o homem encara a fuga do tema como um parêntese a ser concluído e, depois, retornado ao debate inicial. Por isso, as conversas masculinas são "simples". O encadeamento acaba fazendo sentido total. Não é necessária grande memória para se conduzir a conversa.
Já as mulheres são mais versáteis. Elas conseguem entrar e sair de temas com facilidade surpreendente. Elas possuem capacidade de memória para lembrar com exatidão de tudo o que foi dito em cada retomada de tema.

Em uma conversa entre homens e mulheres, os homens podem ficar desorientados com a "tagarelice" das mulheres. E elas podem ficar chateadas com a "simplicidade" com que o homem aborda tudo.

Fatores econômicos durante uma discussão
É complicado falar de caviar com uma pessoa que sequer tem o que comer...
E, nos nossos dias de tecnologia acelerada, consumismo desenfreado e culto aos prazeres, temos que selecionar o argumento que melhor toca a outra pessoa.


2.2 - Pausa necessária

Como identificamos o momento de parar? Nosso argumento é um mini-texto, com início, meio e fim. Quando concluíres o que tens para dizer, páre!
Como marcar o final da nossa fala? Uma pausa prolongada. Encadeie as frases com pequenas pausas. Mas, quando fores dar a vez ao outro, faça uma pausa prolongada.
Se quiseres continuar falando, evite a pausa prolongada. Em uma conversa, o que você quer dizer tem que estar pronto de antemão. Não espere a sua vez chegar para falar.
Nada irrita mais do que receber a pausa e, na hora de começar a falar, ser interrompido pelo "discurso lembrado" do outro.
E, por favor, dê pausas para o outro. A falta de pausas transforma em discurso o que era para ser uma conversa.
Conte uma história e deixe o outro contar a dele. Não corte o barato.
Por melhor que seja a sua história ou opinião, deixe o outro falar um pouco.
Depois que o outro falou, fale você, na pausa dele.


2.3 - Estruturas de conversação

Conversação normal

Simples...
Após a introdução do assunto, a pessoa que introduziu fala o primeiro argumento.
Caso o interlocutor tenha algum contra-argumento, apresenta-o.
Há uma sucessão de argumentos e contra-argumentos até que uma das partes apresente fatos que tenham mais valor do que os da outra.

Conversação declamatória

Própria do pessoal chato.
Gente que se "agarra" na vez de falar e não abre o discurso para os outros. Perguntas retóricas e ausência de pausas são marcas registradas.
O discurso pode ser agradável ou chato. Não há meio termo.
Se é algo que gostamos, podemos chegar a pagar para escutar. Palestras, Simpósios, etc...
Agora amigo, se é algo que não nos agrada... Não são todos que conseguem manter a educação.

Conversações controladas
Há, também, as conversas controladas. "Levantar a mão" talvez seja o primeiro contato que temos com algum controle na conversa. Quando muitos levantam a mão e falta tempo para todos falarem, aparecem "cronometristas" que estipulam tempo para a conversa acontecer.

(PARENTESE RÁPIDO: O sucesso do Pretinho Básico - programa da Atlântida - se dá pela tese dos idealizadores do programa, onde cada assunto só pode ser debatido por, no máximo, 42 segundos. Mais do que isso e qualquer assunto fica chato.)

Há uma forma que meu pai comentou comigo e já havia achado fantástica. Após ver em funcionamento, achei-a perfeita para grandes grupos, Conversa Coletiva Masson:
Todos sentados em círculo. O "líder" inicia a conversa com a pauta e todos os assuntos a debater. Dá a sua opinião sobre o que acha necessário e passa a vez para o próximo. O próximo debatedor fala o que acha que deve falar a respeito de todos os temas abordados, até que passa a vez para o próximo. E assim todos o fazem até chegar ao "líder" novamente. O líder inicia uma nova "volta" no círculo. O número de "voltas" no círculo pode variar, de acordo com o tempo à disposição e a polêmica que os assuntos gerarem.
É boa prática levar um caderninho e um lápis, para anotar o que foi dito, as opiniões que forem geradas, as pessoas que estão ao seu lado em cada assunto, etc...
Mas, a principal regra é que cada um só pode falar em sua vez de falar.
Muito legal.


3 - Fim

Bem, passamos horas debatendo e chegamos a um momento em que um dos lados de argumentação prevaleceu sobre o outro.
Pode haver pessoas que não concordaram e continuam com o lado que perdeu.
Pode haver pessoas que mudaram de opinião.
Pode haver pessoas que continuaram com a sua opinião, que é a que prevaleceu.

Mas o mais interessante ocorre quando todos aprendem algo e a mistura de argumentos cria uma conclusão diferente da de todos que estavam envolvidos.
A conclusão é o arremate. É a frase bonita a ser imortalizada que exprime a resposta para o tema debatido.
A conclusão pode ser individual ou coletiva:

3.1 - Conclusão individual

Depois de muito debate, até mesmo depois de uma apresentação da conclusão formal, as pessoas podem acabar interiorizando tudo e gerando uma conclusão pessoal para tudo o que foi dito.

Porque é ruim
Quando a pessoa conclui, sozinha, o resultado de um debate em grupo, pode acabar desmedindo todos os valores severamente pesados durante a discussão. Pode subverter o que todos construiram e, pior, terá a baliza da discussão para justificar sua conclusão distorcida.

Porque é bom
Cada ponto de vista gerado individualmente pode ser debatido novamente e novamente, podendo gerar mais e mais conhecimento e mudanças.


3.2 - Conclusão coletiva

Quando os argumentos culminam em um ponto que não é passível de nova discussão, a conclusão tende a ser coletiva.

Porque é ruim
Porque, primeiramente, nenhuma conclusão é definitiva. Sempre há mais o que conversar.
Conclusões coletivas tendem a virar dogmas, pontos em que ninguém mais toca que acabam virando tabus. Afinal de contas, todos concordam que aquilo ali é certo...

Porque é bom
Sociedades só sobrevivem juntas se as pessoas acreditam nos mesmos ideais. Assim, temos que ter algo mais que a bandeira e um hino para unir as pessoas como sociedade.
"Igualdade, Liberdade e Fraternidade", "Ordem e Progresso", "Ame ao próximo como a sí próprio", etc...
E é explícito que a organização social trás benefícios aos indivíduos. É a partir dessa integração que as pessoas desenvolvem os debates que evoluem os conhecimentos, logevidade e qualidade de vida das pessoas.

3.3 - Autoritarismo
Quando uma pessoa assume para sí o direito de guardião da conclusão e, por qualquer artífice (carisma, armas, medo, etc...) faz com que as outras pessoas sigam ela.
Assim, essa pessoa pode discursar e doutrinar as demais com facilidade extrema.
"O poder absoluto corrompe absolutamente."


4 - Re-Início da Conversa
Todo debate é "linkado" com a grande conversa sobre o tema.
Bilhões de pessoas já falaram a sobre os assuntos que estamos falando. E, ao tocar no assunto novamente, estamos lutando para disseminar a vanguarda dos argumentos e das conclusões da idéia e, se possível, para desenvolvê-la mais.

Assim, esquivar-se de dar uma opinião ou de participar de qualquer discussão que seja, é uma omissão sua para com a humanidade de um modo geral.


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Está ai, é isso.

Antropoceno

Para quem lê o blog ou fala comigo, o termo já deve ter levantado curiosidade.

Eu sempre comento que é a era geológica que é marcada pelo domínio do ser humano do planeta.

Abaixo, esgue um texto que encontrei na Internet, com várias citações de cientistas:

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Antropoceno, a era geológica em que o homem "desregulou" a Terra


Há 200 anos a Terra vive uma nova era geológica, o Antropoceno, que começou quando o homem tomou o controle do planeta, acelerou as emissões de C02 e "desregulou a máquina do mundo", afirma o glaciólogo francês Claude Lorius, um dos pioneiros dos estudos sobre o clima, em seu novo livro "Voyage dans l'Anthropocène" (Viagem ao Antropoceno, em tradução livre).
Escrito em parceria com o jornalista Laurent Carpentier, a obra discorre sobre a modificação do clima, a acidificação dos oceanos, a erosão dos solos e a biodiversidade ameaçada. "O homem é um agente determinante da vida sobre a Terra", explica o especialista de 78 anos que, em 2008, recebeu o prêmio Blue Planet por seu trabalho.
"Se existe um indicador da atividade humana, esse é o gás carbônico. Se queimamos uma floresta, fazemos uma fábrica funcionar, dirigimos um carro, tudo isso é CO2", assinala Lorius.
O conceito de Antropoceno - uma nova época geológica do Quaternário, consecutiva ao Holoceno, que começou há 10 mil anos -, foi desenvolvido em 2002 pelo geoquímico holandês Paul Crutzen e desde então abriu um espaço na comunidade científica, indica Lorius.
Para Crutzen, o Antropoceno começa no ano 1784, quando James Watt inventou a máquina a vapor. O Antropoceno poderia ser acrescentado oficialmente à tabela dos tempos geológicos no 34o. Congresso Internacional de Geologia que será realizado de 5 a 10 de agosto de 2012 em Brisbane, Austrália, indica Lorius.
"Para nós, no entanto, esta nova era já é uma realidade", acrescenta o especialista em geleira, que contribui desde os anos 50 para o estudo da evolução do clima mediante a análise das bolhas de ar presas no gelo há milênios.
Lorius foi um dos primeiros a vincular o aumento das temperaturas e a crescente concentração de CO2. "Tivemos uma sorte extraordinária. Acontece que a Antártica era o melhor lugar para se dar conta de que havia um problema global com o clima", explica.
Mais de 50 anos depois, o cientista admite, no entanto, que se sente pessimista quanto ao modo que a humanidade está se organizando. "Os cientistas podem demonstrar que o planeta é uno e indivisível, que só há uma atmosfera, um oceano, mas não podem demonstrar aos homens que é de interesse comum preservar o planeta", assinala.
"Reunir interlocutores com interesses tão diversos não é uma questão de ciência e sim de educação e filosofia", conclui Lorius.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Lord of the Skeptics

Definitivamente, entrei na era de "linkagem".
Já já escrevo um post a respeito disso.

Até lá, basta saber que esse é mais um post encontrado nas viagens de blog em blog.
Esse post foi encontrado aqui:
http://digitandodeesquerda.blogspot.com/2009/11/lord-of-skeptics.html

Enjoy!

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É com muito orgulho que a Gazeta Interestelar anuncia a todos a invenção do Macro-Transdimensionador, que permite ao seu usuário conversas com seres de universos paralelos ao nosso. A invenção surgiu no Laboratório de Pan-universalidade, dentro do Departamento de Física da Universidade Européia de Ciências. Como sempre, é a Gazeta trazendo a vocês as maiores novidades da vanguarda científico-tecnológica, além dos já habituais cupons de desconto.

Para comemorar tão importante descoberta, conseguimos negociar com os inventores o agendamento de uma entrevista com um personagem da Terra Média, dentro de Arda, um planeta imaginado e claramente detalhado por Tolkien no início do século XX. As histórias de Tolkien ficaram largamente conhecidas na Terra durante o século XX e XXI, e contam até hoje com um número enorme de fãs incondicionais.

Infelizmente, não conseguimos que nenhum personagem conhecido nos concedesse seu tempo. Mesmo assim, a entrevista não deixa de ser interessante; poderemos conversar com um personagem com uma visão diferenciada e singular dos eventos conhecidos pelos fãs das histórias da Terra-Média.




Gazeta: - Por favor, nos diga o seu nome e o que faz aí na Terra-Média.
Blenyc: - Meu nome é Blenyc, e sou presidente da Associação Humanista Secular de Gondor.

G: Associação Humanista? Existe lugar para o humanismo em Arda?
B: Eu diria que o humanismo chegou para ficar. O povo da Terra-Média está cansado de crenças dogmáticas que relegam a vida ao segundo plano. Estamos cansados de crendices, de fadas, de anjos e demônios. Estamos cansados de explicações miraculosas. Queremos a Terra-Média para as pessoas que realmente existem nela.

G: E quanto a elfos, hobbits e anões?
B: Eles também se enquadram em nossa definição de Humano. Mas eu nunca conheci um elfo, e não conheço ninguém que tenha visto um. Segundo a história, eles foram extintos durante a Grande Guerra. Se foi assim, eles conseguiram sair sem deixar nenhum rastro.

G: Blenyc, vou deixar algo claro: todo o nosso conhecimento sobre o mundo de vocês envolve o que chamamos de...'pensamento mágico'. A história mais conhecida é a saga do Um Anel...
B: Sim, a Grande Guerra, a maior de nossa história.

G: ...que está cheia de relatos sobre feitos cheios de magia e fantasia, tanto de protagonistas quanto de personagens menores.
B: É o que a história conta. Não quer dizer que seja verdade. Por exemplo, que situações 'mágicas' você citaria?

G: Por exemplo, a história do exército fantasma lutando ao lado de Aragorn durante a Batalha do Pelennor.
B: Veja... pra começar, tudo isso já se passou há muito tempo, então é muito difícil saber o que de fato aconteceu. Em vários relatos independentes da Batalha, Aragorn ataca à frente de um exército cujos guerreiros se movem como fantasmas, o que dá uma perspectiva totalmente diferente ao ocorrido. Com o tempo, a história contada oralmente pode ter sido alterada de forma que hoje muita gente acredita que eram realmente fantasmas que atacaram ao lado de Aragorn. Agora, entre uma explicação natural e uma explicação sobrenatural, eu prefiro a natural: era um exército muito bem treinado com técnicas que hoje desconhecemos.

Há pesquisas que indicam que os 'fantasmas' eram habitantes da região que Aragorn atravessou, e que depois da guerra se moveram para o norte, sem nunca saber da fama que ganharam.

G: E o Olho Que Tudo Vê?
B: Um enorme farol desenhado para se parecer com um olho.

G: E quanto aos orcs e outros monstros demoníacos?
B: Orcs não são monstros, não são demônios. São uma raça - brutal a nossos olhos por se alimentarem de carne de outros seres conscientes - que surgiu devido ao mecanismo da Evolução que vocês também já devem conhecer.

G: Sim... conhecemos. E quanto a Gandalf, o Branco? Nas histórias a que tivemos acesso ele volta da morte, entre outras proezas.
B: Gandalf com certeza foi um pesonagem importantíssimo para nossa história, e muitas de suas decisões tiveram impacto marcante no que veio a ser a vitória da Aliança. Mas tudo indica que ele era, além de extremamente inteligente, um grande ilusionista. Gandalf sabia o que precisava fazer para motivar as pessoas na direção do que ele considerava um Bem maior.

G: Não consigo deixar de perguntar: E Frodo? E o Um Anel?
B: Nada que possa ser considerado uma evidência se encaixa com os relatos sobre o Anel. A teoria mais aceita por pesquisadores históricos é que Frodo e os Grandes Anéis nunca existiram e que a mitologia em torno deles foi inventada posteriormente, provavelmente para justificar a permanência da monarquia teocrática retrógrada que temos até hoje aqui na Terra Média. Aliás, eu só posso falar nesses termos porque a entrevista vai ser publicada em outro Universo, segundo o que você está me dizendo.

Algumas pessoas ainda se agarram na literalidade das histórias da saga do Anel, mas toda vez que se descobre alguma evidência contrária ao que é descrito, cresce o número de pessoas que acredita que as histórias são metafóricas ou que foram deliberadamente inventadas.

G: E você não acredita ser estranho haver tantos relatos sobre aventuras e acontecimentos sobrenaturais, todos falsos?
B: Sim. Mas acredito que seria ainda mais estranho se os relatos fossem verdadeiros apesar de todas as evidências em contrário. E ainda mais se levarmos em conta o fato de que em nossos dias não há absolutamente nenhum evento que se aproxime da magia contida nas histórias contadas por nossos antepassados. Nada disso foi reproduzido em nenhuma ocasião que se possa chamar de confiável.

G: Você não acha a sua visão um pouco decepcionante?
B: Talvez. Eu também gostaria de viver em um mundo onde a fé move montanhas, onde anjos e demônios interferem e lutam por nossas almas. Mas quanto mais eu tento compreender o mundo, mais essa realidade fantasiosa se afasta.

Talvez você esteja mesmo certo, mas é assim, decepcionante, que a Natureza se apresentou à nossa Razão, e é assim que devemos entendê-la.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

As 100 coisas que farei quando me tornar um Senhor do Mal

É gigante, é cruel, mas é muito engraçada!

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Original em Inglês de miles@rat.org – Tradução de Carlos cardoso (www.carloscardoso.com)


1. Minhas Legiões do Terror terão capacetes com visores de acrílico, e não placas tampando o campo de visão.
2. Meus dutos de ventilação serão pequenos demais para alguém rastejar por eles.
3. Meu nobre meio irmão, do qual usurpei o trono, será morto, não mantido anônimo em uma cela esquecida em minha masmorra.
4. Fuzilamento não é bom demais para meus inimigos.
5. O Artefato que é a fonte de meu poder não será mantido na Montanha do Desespero, além do Rio de Fogo guardado pelos Dragões da Eternidade. Será mantido em uma caixa forte convencional. Isso também se aplica ao objeto que é minha única fraqueza.
6. Não irei me gabar da situação de meus inimigos antes de matá los.
7. Depois de raptar a linda princesa, iremos nos casar imediatamente em uma discreta cerimônia civil, não um espetáculo de três semanas de duração durante as quais a fase final de meu plano será implementado.
8. Não incluirei um mecanismo de autodestruição a não ser que seja absolutamente necessário. Se o for, não será um grande botão vermelho escrito “Perigo, não aperte”. O grande botão vermelho “Não Aperte” irá disparar uma saraivada de balas em qualquer um estúpido o bastante para apertá lo. Ao mesmo tempo, botões “LIGA/DESLIGA” não serão claramente indicados em meus painéis.
9. Não levarei meus inimigos para interrogatório no centro de meu castelo. Um pequeno hotel, na periferia de meu Reino servirá perfeitamente.
10. Serei seguro de minha superioridade. Assim, não sentirei necessidade de prová la, deixando pistas na forma de charadas ou permitindo que meus inimigos mais fracos permaneçam vivos, para mostrar que não representam ameaça para mim.
11. Um de meus conselheiros será uma criança de cinco anos. Qualquer falha em meus planos que ela seja capaz de detectar será corrigida antes da implementação.
12. Todos os inimigos mortos serão cremados. Os corpos levarão repetidos tiros de munição de grosso calibre. Ninguém será deixado para morrer no fundo de um penhasco. O anúncio de suas mortes, bem como a respectiva celebração do evento, serão adiados até depois dos procedimentos acima mencionados.
13. O herói não terá direito a um último beijo, último cigarro ou qualquer tipo de último pedido.
14. Nunca usarei nenhum dispositivo com um contador digital. Se achar que tal dispositivo é essencial, o marcarei para ativação quando o contador chegar em 117 e o herói estiver começando a pensar em um plano para desativá lo.
15. Nunca usarei a frase “Antes de matá lo, há uma coisa que desejo saber”.
16. Quando empregar pessoas como conselheiros, ocasionalmente irei escutar seus conselhos.
17. Se um jovem e atraente casal entra em meu Reino, irei monitorar cuidadosamente suas atividades. Se descobrir que são felizes e apaixonados, os ignorarei. Entretanto, se as circunstâncias os forçaram a ficar juntos, contra sua vontade, e se passam todo o tempo implicando e criticando um ao outro exceto em ocasiões quando estão salvando a vida um do outro, momento em que há toques de tensão sexual no ar, ordenarei imediatamente sua execução.
18. Não irei ter um filho. Apesar de suas risíveis e mal planejadas tentativas de usurpar meu podem sempre falharem, isso pode se tornar uma distração fatal em um período crucial.
19. Não terei uma filha. Ela iria ser tão bonita quando má, mas uma simples olhada para a expressão no rosto do herói e ela irá trair o próprio pai.
20. Apesar de ser uma forma comprovada de aliviar o stress, não irei soltar risadas maníacas. Com essas risadas, quando ocupado, é muito fácil deixar de perceber pequenas nuances e acontecimentos que um indivíduo mais atento pode identificar e responder a altura.
21. Irei contratar um estilista talentoso para criar uniformes originais para minhas Legiões do Terror, ao contrário de certos modelos baratos que os fazem parecer tropas nazistas, legiões romanas ou hordas de selvagens mongóis. Todos foram eventualmente derrotados e quero que minhas tropas tenham uma inspiração moral mais positiva.
22. Não importa o quão tentador seja a perspectiva de poder ilimitado, não irei absorver qualquer campo de energia maior que minha cabeça.
23. Irei manter um estoque especial de armas de baixa tecnologia e treinar minhas tropas em seu uso. Assim, mesmo que os heróis consigam destruir meu gerador de energia e/ou desativar as armas de energia padrão, minhas tropas não serão sobrepujadas por um bando de selvagens armados com lanças e pedras.
24. Irei manter uma estimativa realista de minhas forças e fraquezas. Mesmo que isso tire parte da diversão do trabalho, pelo menos nunca irei dizer a frase ‘Não, não pode ser! EU SOU INVENCÍVEL!!!” (após a qual, normalmente a morte é instantânea.)
25. Não importa o quão bem funcione. Jamais irei construir qualquer tipo de equipamento que seja completamente indestrutível exceto por um pequeno e virtualmente inacessível ponto vulnerável.
26. Não importa o quão atraentes certos membros da rebelião podem ser. Provavelmente em algum lugar há alguém igualmente atraente que não está tentando desesperadamente me matar. Assim, pensarei duas vezes antes de ordenar que uma prisioneira seja levada a meus aposentos.
27. Nunca construirei uma única unidade de nada importante. Todos os sistemas essenciais terão painéis de controles e fontes de força redundantes. Pela mesma razão, sempre carregarei pelos menos duas armas carregadas, todo o tempo.
28. Meu monstro de estimação será mantido em uma jaula bem segura, da qual ele não poderá escapar e na qual não poderei cair por acidente.
29. Irei me vestir com cores claras e alegres, isso deixará meus inimigos confusos.
30. Todos os magos incompetentes, escudeiros, bardos sem talento e ladrões covardes em meu Reino serão executados. Meus inimigos certamente desistirão e abandonarão sua cruzada se não tiverem um parceiro cômico ao lado.
31. Todas as camponesas ingênuas e peitudas que servem bebidas em tabernas serão trocadas por garçonetes experientes e profissionais, que não irão dar apoio ao herói ou servir de par romântico para seu ajudante.
32. Não terei um ataque de fúria e matarei o mensageiro que me trouxe más notícias só para mostrar o quão mal realmente sou. Bons mensageiros são difíceis de achar.
33. Não exigirei que as mulheres em postos de comando em minha organização usem tops de aço inoxidável. A moral da tropa fica bem melhor com um código de vestimenta mais casual. Ao mesmo tempo, roupas feitas inteiramente de couro serão reservadas para ocasiões formais.
34. Nunca vou me transformar em uma cobra. Isso nunca funciona.
35. Não irei deixar crescer um cavanhaque. Nos velhos tempos fazia com que você parecesse diabólico, hoje o torna um membro frustrado da Geração X.
36. Não irei prender membros do mesmo grupo no mesmo bloco da masmorra. Muito menos na mesma cela. Se são prisioneiros importantes, irei manter a única chave da cela comigo, ao invés de deixar uma cópia com cada guarda do destacamento da prisão.
37. Quando meu tenente de confiança disser que minhas legiões do Terror estão perdendo uma batalha, eu acreditarei nele. Afinal, ele é meu tenente de confiança.
38. Se um inimigo que acabei de matar tem irmãos ou filhos em algum lugar, irei encontrá los e executá los imediatamente, ao invés de esperar que cresçam nutrindo sentimentos de vingança contra mim.
39. Se eu não tiver escapatória a não ser me envolver em uma batalha, certamente não liderarei na frente de minhas Legiões do Terror, nem irei procurar o líder adversário entre o exército inimigo.
40. Não irei ser cavalheiresco ou bom esportista. Se possuir uma super arma contra a qual não há defesa, a usarei assim que for possível, ao invés de mantê-la guardada.
41. Assim que meu poder estiver estabelecido, irei destruir todos aqueles inconvenientes dispositivos de viagem no tempo.
42. Quando capturar o herói, terei certeza de também capturar seu cachorro, macaco, furão ou qualquer outro bichinho bonitinho de dar nojo, capaz de desamarrar cordas e roubar chaves, que por acaso ele tenha como mascote.
43. Irei manter uma saudável dose de ceticismo quando capturar a linda rebelde e ela disser que está atraída por meu poder e boa aparência, e alegremente trairá seus companheiros se eu deixá la tomar parte em meus planos.
44. Só irei contratar caçadores de recompensa que trabalhem por dinheiro. Aqueles que trabalham por prazer tendem a fazer coisas tolas como equilibrar as chances, para dar ao outro cara uma disputa justa.
45. Terei um claro entendimento sobre quem é responsável pelo que em minha organização. Por exemplo, se meu general fracassou, não irei sacar minha arma, apontar para ele, dizer ‘e este é o preço do fracasso’ então subitamente apontar e matar um subalterno qualquer.
46. Quando um conselheiro disser “Meu Lorde, ele é somente um homem. O que apenas um homem pode fazer?” Eu responderei: “Isso!” e matarei o conselheiro.
47. Se descobrir que algum fedelho começou uma cruzada para me destruir, irei chaciná lo enquanto ele ainda é um fedelho, ao invés de esperar que cresça e se torne um adulto.
48. Tratarei qualquer monstro que eu venha a controlar através de mágica ou tecnologia com respeito e ternura. Assim, se perder o controle sobre ele, não virá imediatamente atrás de mim por vingança.
49. Se descobrir a localização aproximada do único artefato que pode me destruir, não irei mandar todas as minhas tropas para recuperá lo. Ao contrário, mandarei as tropas atrás de alguma outra coisa, e discretamente colocarei um anúncio de ‘procura se, gratifica se bem’, em um jornal local.
50. Meus computadores principais terão seu próprio sistema operacional, que será totalmente incompatível com IBM PCs ou Macs.
51. Se um dos guardas de minha masmorra começar a esboçar preocupação com as condições na cela da linda princesa, ele será imediatamente transferido para uma função com menos envolvimento com pessoas.
52. Irei contratar um time de arquitetos e pesquisadores de alto nível para examinar meu castelo e me informar de quaisquer passagens secretas e túneis abandonados que eu não tenha conhecimento.
53. Se a linda princesa que capturei disser “Nunca irei me casar com você! Nunca! Está ouvindo? Nunca!” eu direi: “Tudo bem.” E a executarei.
54. Não farei uma barganha com uma criatura demoníaca e depois tentarei desfazê la apenas porque me senti com vontade.
55. Os mutantes deformados e malucos psicóticos terão seu lugar em minhas Legiões do Terror. Entretanto antes de mandá los em uma importante missão secreta que demande tato e sutileza, verificarei se há alguém mais igualmente qualificado, e que atraia menos atenção.
56. Minhas Legiões do Terror serão treinadas em tiro básico. Qualquer um que não consiga aprender a acertar algo do tamanho de um homem a 10 metros de distância, será usado como alvo.
57. Antes de utilizar qualquer tipo de artefato ou máquina capturada, irei ler cuidadosamente o manual de instruções.
58. Se for necessário fugir, não irei parar para fazer uma pose dramática e dizer uma frase profunda.
59. Nunca irei construir um computador inteligente que seja mais esperto do que eu.
60. Pedirei a meu conselheiro de cinco anos de idade que tente decifrar qualquer código que eu estiver pensando em adotar. Se ele o decifrar em menos de 30 segundos, não será usado. Nota: Isso também se aplica a passwords.
61. Se meus conselheiros perguntarem “Por que está arriscando tudo nesse plano louco?” Não irei prosseguir até ter uma resposta que os satisfaça.
62. Irei projetar os corredores de minha fortaleza para que não haja alcovas ou suportes estruturais protuberantes que possam ser usados como abrigo por intrusos durante um tiroteio.
63. Lixo será eliminado em incineradores, não compactadores. E eles serão mantidos acesos, sem aquele nonsense de chamas que se ativam através de túneis de acesso, em intervalos previsíveis.
64. Irei me consultar com um psiquiatra e me curar de todas as estranhas fobias e bizarros hábitos compulsivos que possam se mostrar uma desvantagem.
65. Se for obrigatório que existam terminais de computador de acesso público, os mapas que mostram meu complexo terão uma sala claramente marcada como Sala de Controle Central. Essa sala será a Câmara de Execução. A sala de controle central de verdade estará indicada como Câmara de Contenção de Transbordamento do Esgoto.
66. Meu teclado de segurança na verdade será um scanner de impressões digitais. Qualquer um que observe um usuário digitar seu código e consequentemente tente digitar a mesma sequência irá ativar o alarme central.
67. Não importa quantos curtos circuitos há no sistema, meus guardas serão instruídos a tratar cada câmera de segurança com defeito como caso de emergência total.
68. Pouparei a vida de alguém que tenha me salvado no passado. Isso só é razoável se estimular outros a fazê lo. Entretanto a oferta só é válida uma única vez. Se querem que os poupe novamente, é melhor que salvem minha vida mais uma vez.
69. Todas as parteiras serão banidas de meu reino. Os bebês nascerão em hospital supervisionados pelo Estado. Órfãos serão colocados em lares adotivos, não abandonados na floresta para serem criados por criaturas selvagens.
70. Quando meus guardas se separarem para procura por intrusos, eles sempre andarão em grupos de pelo menos dois. Serão treinados para que se um desaparecer misteriosamente no meio da patrulha, o outro iniciará imediatamente um alerta e chamará por reforços, ao invés de ficar procurando o colega pelas esquinas.
71. Se eu decidir testar a lealdade de um assistente, para descobrir se ele pode ser promovido a homem de confiança, terei um grupo de atiradores de elite por perto, caso a resposta seja não.
72. Se todos os heróis estão ao lado de um mecanismo esquisito e me desafiando, usarei uma arma convencional, ao invés de disparar minha super arma invencível contra eles.
73. Não concordarei em deixar os heróis partirem livres, se vencerem uma competição, mesmo que meus conselheiros digam que está tudo arranjado e que é impossível para eles ganhar.
74. Quando criar uma apresentação multimídia de meu plano, feita para que meu conselheiro de cinco anos de idade possa facilmente entender os detalhes, não irei chamar o disco de “Projeto Overlord” e deixá lo solto em minha mesa.
75. Irei instruir minhas Legiões do Terror para atacar o herói em massa, ao invés de ficarem em volta dele esperando enquanto um ou dois atacam de cada vez.
76. Se o herói correr para meu telhado, não irei atrás dele em uma tentativa de atirá lo do alto. Também não lutarei com ele na beira de um despenhadeiro. (No meio de uma ponte de cordas sobre um rio de lava derretida não vale nem a pena considerar.)
77. Se tiver um surto de insanidade e decidir oferecer ao herói a chance de rejeitar um emprego como meu Braço Direito, irei reter sanidade o suficiente para esperar que meu atual Braço Direito saia da sala antes de fazer a oferta.
78. Não direi para minhas Legiões do Terror “E ele deve ser trazido vivo!”. A ordem será: “E tentem trazê lo vivo se for razoavelmente viável”.
79. Se acontecer de minha máquina do Juízo Final possuir um botão de reversão, assim que tiver sido usada irei derretê la e cunhar uma edição especial limitada de moedas comemorativas.
80. Se minhas tropas mais fracas falharem na tentativa de eliminar o heróis, mandarei minhas melhores tropas, ao invés de perder tempo mandando tropas progressivamente mais fortes, a medida em que ele se aproxima de minha fortaleza.
81. Quando lutar com o herói no alto de uma plataforma em movimento, o tiver desarmado, e estiver a ponto de acabar com sua vida, e ele olhar para algo atrás de mim e se jogar no chão, me jogarei imediatamente no chão também, ao invés de fazer uma expressão inquisitiva e olhar para trás para ver o que ele viu.
82. Não irei atirar em nenhum de meus inimigos se eles estiveram de pé em frente a um suporte crucial de uma estrutura pesada, perigosa e precariamente equilibrada.
83. Se estiver jantando com o herói, colocar veneno em sua taça, e subitamente tiver que sair da sala por alguma razão, pedirei novos drinques para nós, ao invés de tentar decidir se ele trocou ou não os copos.
84. Não deixarei que prisioneiros de um sexo sejam vigiados por membros do sexo oposto.
85. Não implementarei nenhum plano cujo passo final sejam horrivelmente complicado, como “alinhe as 12 Pedras do Poder no altar sagrado então ative o medalhão no momento do eclipse total”. Ao invés disso, meu plano será ativado com a frase “aperte o botão”.
86. Terei certeza de que minha Máquina do Juízo Final está devidamente dentro das regras de instalação, e corretamente aterrada.
87. Meus tonéis de produtos químicos perigosos ficarão tampados quando fora de uso. Também não irei construir passagens e escadas sobre eles.
88. Se um grupo de subordinados falhar miseravelmente em sua missão, não lhes darei uma grande bronca por sua incompetência, e em seguida enviar o mesmo grupo para tentar de novo.
89. Depois de capturar a super arma do herói, não vou imediatamente dispensar minhas legiões e relaxar minha guarda pessoal porque acredito que qualquer um que possua a arma é invencível. Afinal, o herói tinha a arma e eu a tomei dele.
90. Não vou projetar uma Sala de Controle Central em que todos os terminais >deixem o operador de costas para a porta principal.
91. Não irei ignorar o mensageiro esbaforido e obviamente agitado até que minha cavalgada ou outro entretenimento pessoal termine. O que ele tem a dizer pode ser importante.
92. Se chegar a falar com o herói ao telefone, não irei ameaçá lo. Ao contrário, direi que sua perseverança me deu uma nova visão da futilidade de minhas ações malvadas, e que se ele me deixar em paz por alguns meses de quieta contemplação irei provavelmente voltar para o caminho do Bem. (heróis são incrivelmente fáceis de se enganar, quanto a isso).
93. Se eu decidir realizar uma execução dupla do herói e de um subordinado que tenha falhado ou me traído, farei com que o herói seja executado primeiro.
94. Quando efetuando uma prisão, meus guardas não deixarão que parem e peguem um objeto aparentemente inútil, por puro valor sentimental.
95. Minhas masmorras terão sua própria equipe médica qualificada, completa com guarda costas. Assim se um prisioneiro ficar doente e seu colega de cela disser ao guarda que é uma emergência, o guarda chamará um grupo de trauma, ao invés de abrir a cela para dar uma olhada.
96. Minhas portas serão projetadas para se que alguém destrua o painel de controle do lado de fora, a porta feche, e se destrua o painel do lado de dentro, a porta abre. Não vice versa.
97. As celas de minhas masmorras não conterão objetos com superfícies reflexivas ou nada que possa ser transformado em cordas.
98. Qualquer conjunto de dados de importância crucial será acondicionado em arquivos de 1.45Mb, para não caberem em um único disquete.
99. Quando tiver capturado meu adversário e ele disser “Olhe, antes de me matar, pelo menos me conte sobre o que você planeja fazer.” Eu direi “não” e atirarei nele. Pensando bem, vou atirar nele e depois dizer “não”.
100. Finalmente, para manter todos os meus súditos contentes e descerebrados, irei prover a cada um acesso Internet ilimitado, grátis.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Experiência Socialista

Um professor de economia na Universidade Texas Tech disse que nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma turma inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.
O professor disse então: "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta turma. Ao invés de dinheiro usaremos as vossas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe e, portanto, seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois das médias das primeiras provas terem sido tiradas, todos receberam "B".
Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - esperavam tirar boas notas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do comboio da alegria das notas. Portanto, agindo contra as suas tendências, copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou. Depois da terceira prova, a média geral foi "F".
As notas não voltaram aos patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... para sua total surpresa.
O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela foi baseada no menor esforço possível da parte dos seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o seu resultado. Haveria sempre fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", disse ele, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável".
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O Governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a outra metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a".


Adrian Rogers, 1931