quinta-feira, 30 de junho de 2016

São Joaquim: A cidade aonde só a Natureza cuida do Turista

Aqui na Região Sul do Brasil, inverno é tempo de subir a serra e ir curtir os prazeres do frio.

Mas olha eu aí!
Na frente da Igreja de São Joaquim!
No Rio Grande do Sul, pessoal sobe a serra e vai para Gramado, Canela, Garibaldi, Bento Gonçalves e cidades da região.
Em Santa Catarina, Lages, Urubici e, principalmente, São Joaquim são os lugares ideais para passar pelo menos um final de semana no inverno.

Esse texto terá foco em São Joaquim. Pequena cidade da serra de Santa Catarina.

Só para esclarecer: eu estou escrevendo esse texto por alguns motivos pessoais.
Primeiro: os textos sobre Florianópolis bombaram. Percebi que o pessoal procura informações sobre os lugares... e o que eu escrevo agrada a quem procura informações.
Segundo: eu não estou ganhando nenhum centavo dos lugares que eu cito no texto. Muito pelo contrário, ganho dinheiro com o acesso de vocês no site, através do AdSense do Google. Logo, o que eu estou escrevendo aqui é para servir às pessoas que estão buscando informações corretas sobre São Joaquim, não para agradar comerciantes locais. Esse texto é composto de opiniões pessoais, não de propagandas. Opiniões às quais são única e exclusivamente minhas. E justamente por ser a minha visão sobre a cidade, provavelmente as minhas opiniões expressas nesse texto não refletem com exatidão a realidade do local. Muito embora eu esteja tentando chegar o mais próximo disso.


Uma vez que isso ficou claro para todo mundo...


Se você vem do litoral só o caminho até São Joaquim já é fenomenal. A cidade fica a mais de mil e trezentos metros do nível do mar. Esse quase quilômetro e meio de subida pode ser feito por várias estradas. Todas elas encrustadas nas escarpas da serra. 

Talvez a via de acesso mais famosa (e linda) seja a Rodovia SC-438, a estrada da Serra do Rio do Rastro. Dependendo da temperatura do dia, as diversas quedas d'água (criadas pela escavação para a rodovia) congelam, criando cenários muito legais.
Mas... a falta de infraestrutura (você lerá muito sobre isso nesse texto...) faz com que a estrada tenha só uma pista para subir e uma pra descer. Os recuos para estacionar os carros aonde os turistas podem tirar fotos são muito pequenos. Mal planejados. Em alguns pontos, mal cabe um carro. E mesmo assim os turistas querem - TODOS - parar nos recuos para tirarem fotos com os paredões congelados. Muitos param na pista, mesmo. Criando congestionamentos gigantescos... por pura bobagem. 
Nessa época, é comum que você encare até 4 horas para fazer o trecho que, em condições normais, você leva no máximo 50 minutos.
Bem, você pode ser inteligente e tentar ir mais cedo, para desencontrar do pico de turistas que tentam acessar a cidade. Mas, nesse caso, cuidado redobrado com os CAMINHÕES e ÔNIBUS! As pistas são bem estreitas. As curvas são bem fechadas. Vá com calma para poder voltar. Atenção redobrada.

Já no planalto, até chegar à São Joaquim existem centenas de pequenos restaurantes, pousadas campestres, pesque-pagues e afins, na beira da estrada. Eu sei, você já passou por lá e não viu tantos assim. Eu sei, amigo. Mas confie em mim. Mesmo sem placas de sinalização, eu garanto que existem centenas de locais fantásticos, oferecendo toda sorte de atração e serviços. Sim, aquela estradinha de chão batido que sai diretamente da rodovia é a entrada de um hotel fazenda. Não, não é só uma propriedade privada. Vá por mim.

Se a maioria das atrações não possuem uma simples PLACA indicando que existem, IMAGINE esperar que existam SITES.
Bem, é muito complicado esperar SITES de estabelecimentos que estão em um lugar quase sem sinal de CELULAR. 4G? Pff... a falta de infraestrutura faz você ficar feliz quando acha um ponto que ofereça 3G...

Essa total falta de promoção das atrações da cidade faz com que ir à São Joaquim seja um passeio de ANOS. Sim. ANOS.
Um ano tu vais até lá e fica totalmente perdido...
No outro ano tu vais até lá e fica só meio perdido...
Lá pelo quinto ano que tu visitas a cidade é que tu começas a pegar as manhas do local.

Comecemos pelos hotéis.

Nem vá para São Joaquim sem uma RESERVA de um quarto de hotel.
Sério. É garantia de passar uma noite do cão dormindo no carro.
Para o tamanho da cidade, São Joaquim tem hotéis demais. E para um local aonde as pessoas vão para vivenciar o FRIO, são pouquíssimos os hotéis de São Joaquim que estão PREPARADOS para oferecer uma boa experiência aos turistas.

Sim, a maioria conta com ar condicionado quente e lareira. Mas, não sei se você sabe, o ar condicionado quente só funciona até certa temperatura... abaixo dela, o ar condicionado não esquenta mais.
E São Joaquim faz frio. Muito frio. Frio pra caramba. Jamais subestime o frio de São Joaquim.
Tanto que lareiras não são luxo. Não vá pensando que acender a lareira e tomar vinho com aquela companhia agradável será algo romântico. Acender e manter o fogo da lareira aceso são uma tarefa necessária para manter o ambiente quente. E essa necessidade faz a lareira ser um trabalho, não uma diversão.
E, mais uma vez, a falta de infraestrutura se faz notar. A maioria dos hotéis fornecem pouca lenha. Ops... lenha? Em alguns hotéis que fiquei ofereceram tábuas de obra serradas... E pouca!
E não adianta ir nos mercados de São Joaquim. Lenha? Toras? Nó de pinho? Pff... Esqueça.

Inclusive, fica a dica: compre um aquecedor elétrico portátil. Desses pequenos, que vendem a cem pilas em qualquer mercado. Leve-o para que a sua noite não seja tão fria.

Porque, falando sério: dependendo do lugar aonde você for passar a noite, talvez você não queira nem tomar banho antes de dormir. Talvez até cogite dormir com a roupa que passou o dia. Só pra não tirar a roupa quentinha e colocar o pijama congelado.

Particularmente, eu recomendo fortemente o Chalé Alto da Serra. É mais caro do que outras opções da cidade, mas pelo menos te dá tudo o que tu precisas para passar a noite quentinho.
Na contramão, eu estive no Branca de Neve e olha... se a infraestrutura deles fosse metade da simpatia do pessoal que nos atendeu, seria o melhor hotel do mundo. Pena que a infraestrutura e organização não eram isso tudo e a experiência não foi das mais agradáveis.

Galera, é sério. O inverno em São Joaquim é MUITO frio. Dependendo do dia, ao meio dia você pegará 2 ou 3 graus. O vento no local derruba mais ainda a sensação térmica. Vá bem preparado. Touca e luvas não são opcionais: são pré-requisito para subir a serra.


Certo. Você já chegou à cidade. Está vestido de acordo com a temperatura local. E até está em um bom hotel, preparado para a falta de infraestrutura dos locais.

Agora você quer fazer algo legal na cidade!

Vamos aos roteiros!

Em São Joaquim você encontra diversas VINÍCOLAS. Eu sugiro que você faça os passeios. Leve uns R$500,00 a R$1.000,00 extras só para completar sua adega. Vinhos finíssimos, direto dos produtores. Garrafas de alta qualidade, que os mercados sequer adquirem para te oferecer, vendidos por R$80,00, R$150,00, R$250,00, etc... Sabe aquela garrafa que você guarda pra abrir em ocasiões especiais? Para dar de presente para aquele parente que mora longe? Então, é aqui mesmo que você encontra.

Recomendo o passeio da Villa Francioni. E indico o vinho Colheita Tardia deles. Licoroso e doce, não fica devendo nada para os mais saborosos Vinhos do Porto.

Existem muitas outras vinícolas menores próximas de São Joaquim. E pelo menos nisso o pessoal de lá te ajuda. Se não existem quase sites indicando um bom roteiro do local, promovendo a região, o boca-a-boca deles é muito bom. É uma cidade pequena e parece que todos os locais são muito amigos. Não se importam em dar indicações de onde fica o concorrente direto, locais para passar o tempo, etc...
Portanto, uma vez hospedado em algum hotel, você pode pegar os endereços das vinícolas da região e passar ótimos momentos de lazer.

Mas eu deixo aqui as recomendações à Vinícola Sanjo e à Vinícola Leone di Venezia. Boas degustações!

Nas diversas vezes que fui para o local, jamais notei pardais ou operações da polícia. Sequer agentes de trânsito. Esse blog não incentiva que você beba e dirija. Aliás, muito pelo contrário, peço para que você não faça isso. Não seja cuzão. 
MAS... Acredito que a cidade pegue leve com os turistas que vão e vêm das vinícolas. Aproveite essa liberdade com responsabilidade. Não vá você se envolver em algum acidente.

Se for para citar outro local, diria que o Snow Valley é um lugar aonde vale a pena visitar. Especialmente se você levou família e crianças. Há muitas atividades para fazer no local. Mas sei lá. Pro meu gosto, as atividades propostas não combinam com inverno e frio.
Mas deixo a dica.

De qualquer modo, no centro da cidade existe um grande posto de informações turísticas. Fecha cedo, mas existe. O pessoal é bem solícito e atencioso.

Existem hotéis-fazenda com passeios a cavalo, trilhas, pescaria e outras atividades. Basta se informar.

Bem, no frio você quer aquecer o coração com alguém que você gosta... e o estômago com uma comidinha bem feita, né?

Vamos aos restaurantes!

Para o seu tamanho, São Joaquim tem muitos e ótimos restaurantes.
Para a quantidade de turistas que os hotéis recebem, São Joaquim não tem restaurante nenhum.

Sério. É de chorar.

Facilmente a população da cidade cresce 50% nos finais de semana de dias frios. E a lotação máxima do maior restaurante da cidade deve ser de 50 ou 60 pessoas (10 ou 12 mesas, +ou-).

O melhor e o pior, com certeza, é o Pequeno Bosque.
A sequência de fondue deles é a melhor que já comi. E Ponto Final!
O menu deles, como um todo, é muito bom, farto e muito bem preparado.
A carta de vinhos poderia ser melhor, dada a quantidade de vinícolas da região. Mas é boa.
O atendimento dos garçons é perfeito, por falta de definição melhor.


Isso tudo se tu pegas o restaurante em um dia de baixo movimento.
Se tu tens o azar de pegar o restaurante em um dia de alta procura (e lembre-se: você está indo quando todo mundo tá indo, no forte do frio do inverno...), o pessoal do restaurante bate cabeça, se atrapalha, não sabem lidar com a situação e acabam te tratando como LIXO.

Na última vez que estive lá, aconteceu algo péssimo.
Cheguei e havia mais gente ESPERANDO por uma mesa, do que sentados jantando.
A "maitre" disse que o restaurante não fazia reservas. Então colocou meu nome em uma lista e mandou esperar na salinha aonde já haviam pessoas de pé. Perguntei quanto tempo estava demorando para as pessoas serem chamadas. "Uma hora", respondeu a "maitre". Caramba, UMA HORA esperando de pé? Então perguntei a ela se poderia esperar esse tempo no carro, aonde pelo menos eu esperaria sentado. Ela disse que não havia problemas.
Fui para o carro, no estacionamento do restaurante. E lá fiquei detonando a bateria do carro com o aquecimento e a bateria do meu celular com joguinhos.
Cerca de cinquenta minutos depois eu fui para o restaurante. "Espero 10 minutinhos por ser chamado, não tem problema", pensei eu.
Entro no restaurante, pergunto para a "maitre" quanto tempo ainda demoraria para eu ser chamado. 

"Tu já fostes chamado" - diz a "maitre".

"Então eu sou o próximo?" - perguntei.
Então entra na conversa a dona do lugar...
"Nós não reservamos lugar para ninguém. Tu foi chamado e não estava, perdeu teu lugar!" - disse a desagradável proprietária do lugar.
"Mas eu estava ali do outro lado da parede" - apontando para o meu carro, no estacionamento - "esperando no carro, porque vocês não me deram um lugar decente para esperar pela minha vez..." - tentei argumentar com razão...
"Perdestes o lugar. Se quiser, coloque o nome novamente na fila!" - insistiu a dona do lugar.

O quê podemos esperar de um restaurante que escreve 'a "La Cart"' em seu site?

Pode escrever "a lá carte", é francês mas o mundo inteiro utiliza...
Significa "de acordo com o menu". Não precisa inventar nem ter medo de usar!

Bem, amigos. Eu esperei TRÊS SEMANAS para escrever esse texto, só para baixar a raiva dessa infeliz e tentar ser imparcial. Se eu não fosse um cara centrado, isso teria terminado com meu final de semana.
Querem visitar o Pequeno Bosque? Vão. A comida é ótima e os garçons são excelentes. O lugar cobra bem para lhes entregar essa experiência. Um jantar a dois estará entre R$100,00 e R$300,00.
Faço votos de que vocês peguem o lugar em um dia calmo e que a proprietárias não esteja no modo "guampas viradas", bradando suas regras insanas, sem se preocupar com seus clientes.

Se o lugar estiver cheio... ou se vocês forem bacanas comigo e quiserem dar o devido boicote ao Pequeno Bosque...

O restaurante Vento Minuano é muito bom, também. Cria toda aquele clima romântico... se estiver aberto!
Esse restaurante aceita reservas para eventos. E olha só que dia ótimo eles aceitaram fechar para uma festa privada: o dia dos namorados!
Amigo, eu espero que eles tenham cobrado bem pelo evento fechado. Porque um dos poucos restaurantes da cidade fechar para o público bem no final de semana de maior visitação da temporada? No dia em que teriam fila de espera de "dobrar o quarteirão"? Corajosos.

A minha recomendação é o Restaurante Rosário.
Restaurante típico português. Pequeno, aconchegante, com uma comida deliciosa e com a melhor carta de vinhos que eu vi na região. O atendimento é bem cativante. Os garçons são muito bem treinados e sabem ser carismáticos na medida ideal. 
Sabe o restaurante que o pessoal do local vai jantar? 
Aquela pérola preciosa que tu encontra, aonde o pessoal não "faz tipo pra entreter turista"?
Então. É o Restaurante Rosário. A escolha certa para comer em São Joaquim.

Falta a São Joaquim, como um todo, uma associação comercial forte. Alguém que coordene as ações de marketing, turismo e eventos. Que faça uma "Rota da Serra Catarinense". Que crie uma "festa de São Joãoquim" (desculpe, não sou bom em criar nomes, mas você entendeu a ideia...) durante todos os finais de semana da temporada de inverno. Que use a praça da cidade para fazer uma fogueira bonita, com barraquinhas de pinhão, chocolate quente, quentão, cachorro quente, pipoca, etc... Com atrações, shows... sei lá. Algo que movimente a cidade. Algo que faça o turista não ir pra São Joaquim só por causa do frio e da esperança de ver neve.


Filet Mignon com pinhões!
Delícia do Restaurante Rosário!
São Joaquim precisa desenvolver o tino comercial que outras cidades de serra usam e abusam para chamar o turista de inverno.
Imagine que um sábado de inverno as lojas locais fecham antes do pôr do sol. Na primeira vez que fui, comecei a sentir o frio da serra lá pelas 20hs de sábado. Notei a necessidade de comprar luvas e um gorro. Sabe quando eu consegui encontrar uma loja aberta para fazer a compra? Só às 10hs de domingo. Como eu já estava indo embora, alguém na cidade ficou sem vender um par de luvas, um gorro e talvez mais um cachecol, quem sabe meias, quem sabe um blusão... sei lá. A loja estava fechada, não deu pra saber o que eles tinham pra me oferecer.

Em uma das vezes que fui à São Joaquim, o carro alugado não deu a partida domingo pela manhã. Esperei por HORAS até que o guincho chegasse de Criciúma. Eu perdi uma manhã de passeios. O comércio perdeu o dinheiro que eu estava disposto a gastar. A locadora teve um puta prejuízo por não oferecer serviço em uma cidade turística... 

Enfim. São Joaquim não é para os fracos.

Mas mesmo assim, se algum dia eu tiver dinheiro para investir em uma fazenda, certamente comprarei nos arredores de São Joaquim. Só para plantar árvores para vender como lenha. Tenho certeza absoluta que as vendas dos três meses de inverno me farão um homem podre de rico.
Ou para plantar videiras e fazer meu próprio vinho. Certeza que ficarei igualmente podre de rico.

No mais... vão preparados para a falta total de infraestrutura. 
Para beberem muito vinho. 
Desejo sorte para que vocês vejam neve. 
Levem roupas para passar frio (sério, levem bastante agasalho!). 
E aproveitem parco roteiro turístico que a cidade oferece.

É pouco, é simples... mas você sentirá que é de coração e, por isso, vale a pena.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Brexit: Meu Pitaco

A Europa é lar de um único povo.

Esse povo INSISTE em dizer que são vários povos. Criam barreiras artificiais entre eles. Criam rixas infantis. Rixas infantis que, através dos tempos, se transformaram em rixas históricas.

E essas rixas históricas acabaram se transformando em rusgas, em brigas, em conflitos... Até que se transformaram em guerras.

Desde antes da era comum alguns dos povos da Europa tenta promover expansão sobre os demais povos.
Roma, Vaticano, Império Otomano, Inglaterra, França, Holanda, Portugal, Império Austro-Húngaro, Alemanha... De Alexandre, passando por Napoleão até Hitler.
Todas as expansões até agora se deram por meio bélico. Militar. Soldados, armas, mortes, conquistas, saques e espólios.

Acontece que os tempos mudaram. Evoluímos tanto nossas armas, que o conflito real não é mais viável. A Europa é um antro de países com armas atômicas. Em "15 minutos" um míssil balístico transcontinental pode atingir com uma ogiva nuclear qualquer capital do mundo. As guerras expansionistas não podem mais ser físicas.

Desde a guerra fria os países aprenderam a antecipar os pontos de estresse entre os povos. A notar onde e quando devem agir para evitar que uma guerra maior aconteça.
Sudeste asiático.
Oriente Médio.

Essas operações são estratégicas. Controle localizado de balança de poder. Controle de recursos naturais.
As guerras hoje são como "amputar um dedo para não perder o braço."

Mas embora as armas não estejam mais sendo usadas, o desejo de expansão continua lá.
Os países europeus continuam tentando aumentar sua economia "expandindo" para cima dos territórios dos demais países. A diferença é que o campo de batalha mudou para o mundo econômico.

Ao criarem a União Européia, os povos da Europa criaram um cenário de guerra virtual, no mundo econômico.
Uma guerra aonde todos estavam supondo que venceriam.
As economias mais fracas acreditavam que se beneficiariam da competitividade dos mercados mais fortes, sendo inundados com o dinheiro excedente dessas economias.
E as economias mais fortes acreditavam que alcançariam mais mercados, mais facilmente.

Na prática, os países com economia mais fraca era mais fracos porque não sabiam lidar com sua economia. Eram (e ainda são!) irresponsáveis com suas finanças. Gastam mais do que arrecadam... E arrecadam demais do povo, deixando a população pobre, sem capacidade de investir por conta própria e, por isso, mais dependentes do governo. Governo com mais responsabilidades precisa arrecadar mais e aí tu recomeça o ciclo vicioso.
Os países mais fortes correram para "socorrer" as economias mais fortes. Como fizeram isso? Emprestando dinheiro. E cada centavo emprestado criou um vínculo de subserviência entre as duas economias.

Ao invés de muros e correntes para escravizar o povo dominado, as economias fortes aprisionaram as economias fracas por décadas com JUROS DE DÍVIDAS. Agora, os povos dos países fracos terão que trabalhar pesado para pagar as "dívidas de guerra econômica" com as economias fortes.

Desse modo, países como a Alemanha acabam "sobrando" pra cima de países como a Grécia.

Países como Portugal estão tentando desesperadamente arrumar sua economia para garantirem a alforria econômica das economias fortes da União Européia. Só assim sairão da condição de eternos pagadores de dívidas.

CLARO QUE ninguém mandou Portugal, Grécia e outros países terem gestões econômicas ruins, pegarem dinheiro emprestado e gastarem irresponsavelmente. E é mais evidente ainda que se todos os países tratarem suas economias com austeridade, gastando menos do que arrecadam e arrecadando o mínimo dos seus cidadãos, as pessoas nesses países terão vidas melhores.
Mas mesmo que a austeridade seja o melhor caminho, ela não deve ser imposta e a soberania nacional deve ser preservada. Enquanto liberal, eu tenho que defender a liberdade de cada povo em fazer o que acham melhor para si. Mesmo que seja uma burrice sem tamanho. Posso criticar, evidenciar que estão fazendo errado, debater o assunto à exaustão e até fazer piada com as decisões erradas dos outros. Mas jamais vou concordar em IMPOR decisões para outros povos.
E a União Européia acaba impondo regras para as economias menores que fazem parte do grupo.
E a velha máxima ainda é válida: "A porta é a serventia da casa."

Acho que o Reino Unido está mais do que certo de se desvencilhar da União Européia.
Acredito que o Reino Unido já ganhou muito dinheiro nos últimos anos e no futuro próximo eles ainda ganhariam mais algum dinheiro com as economias menores da União Européia.

Mas é evidente que em alguma hora as economias pequenas serão sistematicamente absorvidas pelas economias maiores. 
Grécia, Portugal e outros já estão curvados perante a Alemanha.
Itália e Espanha já estão cambaleando, qualquer hora vão a nocaute.
É só questão de tempo até chegar a hora de França, Bélgica, Holanda e outras economias aparentemente fortes.
Chegará uma hora aonde só os "peixes grandes" brigarão pelo domínio da União Européia.
E por "peixes grandes" entenda Alemanha e Reino Unido.

O que os cidadãos do Reino Unido estão fazendo?
Estão se retirando do palco de batalha econômica antes que a guerra chegue ao seu quintal.

Literalmente, o Reino Unido está tentando ser para a Europa hoje o que os Estados Unidos foram para a Europa na segunda guerra mundial.
Ao se manterem afastados da guerra expansionista econômica, o Reino Unido não sofrerá investidas em sua economia. Preservará sua independência do resto da Europa. Essa distância criará diversidade econômica, aumentando as chances do continente sobreviver a alguma crise que apareça. (Quase como a diversidade biológica é uma ótima estratégia contra doenças.)

E, é claro, assim como toda guerra, no final dessa "Grande Guerra Econômica do Euro" muitos países acabarão fragilizados, necessitando de ajuda.
E quem poderá ajudar esses países fragilizados no fim dessa guerra? Acredito que o "bondoso" Reino Unido esteja se preparando para poder "amparar", caso necessário.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

2014, 2015 e 2016... a Odisseia Amorosa!

"Te senta que lá vem história!"
"E essa é das engraçadas!"

Nesse texto eu vou me expor. Bastante.
Nas últimas vezes que me expus tanto, perdi DUAS grande mulheres para sempre.
Engraçado que foi nos textos sobre a Retrospectiva de 2012 e a Retrospectiva de 2013.
Desculpem Liana e Mariana, mas eu sou o que eu sou. E se não sabem lidar com quem eu sou de verdade, talvez não seja pra acontecer. É uma pena. Receber um "adeus" por conta de quatro ou cinco linhas mal escritas... e ter 7 anos de convivência jogados fora por conta do meu ponto de vista sobre o que aconteceu. O diálogo que se dane, não é?

Esse será mais um texto de retrospectiva amorosa. De vários causos sobre essas meninas doidas que a gente encontra pelo caminho.
Agora, vá saber quantas ficarão PUTAS DA VIDA por causa desse texto. Foda-se. Eu sou um livro aberto, não faço jogos. Meninas de valor utilizarão o que eu escrever aqui para me entender e criar um mundo melhor. As que ficarem brabinhas com o que eu escrever nem merecem atenção.

Então. A última vez que falei da minha vida amorosa eu estava saindo de Novo Hamburgo.
Eu disse que estava com uma "nova namorada".
Sabe quando você reencontra uma paixão adolescente?
Sabe quando essa paixão adolescente não acha estranho que alguém a aborde mais de dez anos depois?

Então, saí por um tempo com a Cristiane.
Eu tinha certo que nós dois seríamos um baita casal. Que ficaríamos juntos por muito tempo. A minha certeza se dava porque a Cristiane sempre foi alguém muito inteligente. Porque nós dois nos dávamos muito bem.
Mas parece que a inteligência dela ficou no passado. E nosso entrosamento morreu junto.
Funcionária pública, a Cristiane se tornou uma defensora do PT. Sabe aquele tipo de gente míope que basta receber migalhas para apoiar alguém? Então.

Míope e CIUMENTA DOENTIA.

Eu estava me mudando para Floripa. Não tinha telefone nem internet... e a guria ficava DOIDA se eu passava mais de uma hora sem dar notícias pra ela.
Não. Obrigado. Chega de gente doida na minha vida. Passo.

Então fiquei solteiro de vez.
E, dessa vez, decidi fazer algo diferente na minha vida.

Eu namorei direto desde os 14 anos de idade.
4 anos.
2 anos.
3 anos.
7 anos.

Chega. Muita fidelidade. Poucas meninas.
Eu estava morando na Ilha da Magia, poxa vida. Com grana pra gastar. Foda-se o amor ideal. 

Foi assim que eu me tornei um cara "one-night-stand".

Janeiro e Fevereiro de 2014 foram os meses em que eu peguei mais mulheres na minha vida. Nesses dois meses eu peguei mais mulheres do que no resto resto da minha vida inteira, pra ser mais exato.
Bruna, Juliana, Vanessa, Maria, Cristina, Josi, Talita, Bianca, Marilda(?!), Adriana, Ângela... pqp, nem lembro de todas.

Não. Não foi divertido. Eu descobri que eu me acostumei a ficar só com quem eu gosto.
Cheguei a extremos de ter que ficar repetindo pra mim mesmo "é só uma doida qualquer que eu tô pegando" pra conseguir me manter firme na guria. É. Bem isso mesmo. Foda.

Mas esse tipo de coisa não dura, comigo. Conheci a Bárbara. E ela fez tanta, mas tanta questão de mim, que eu achei que ali tinha algo de especial. Comecei a sair com ela. Comecei até a ter algum sentimento por ela. Não vou negar que estava até gostando do que estávamos tendo.
Mas... Ela viajou para visitar a família dela e eu passei um tempo sozinho. Então eu pensei. E, puta que me pariu, como os meus pensamentos me atrapalham. Eu lembrei de tudo o que aconteceu comigo. Lembrei de como eu fiquei mal com relacionamentos. Pesei todas as diferenças que eu tinha com a Bárbara. E por puro medo de que tudo acabasse e eu sofresse, eu interrompi o relacionamento.

Aí voltei para o expediente de "cair matando".
Alice, Aline, Cássia, Thalia, Adrielle, Daiani, Patrícia, Gisele, Taiani... Mais uma vez, eu não lembro. Algumas eu estava bêbado demais pra manter alguma recordação.

Até desenvolvi teorias!

As meninas de 20 e poucos: ótimas para passar uma noite, péssimas para conversar pela manhã.
Meninas de 25 a 30: As que estão solteiras já foram rejeitadas tanto, mas tanto, que o sinal amarelo precisa ser aceso. Eu chamo essas meninas de "safra perdida", para teres uma noção. Enjoadas na cama. Cheias de "não-me-toques". Geralmente tão chatas que não dá pra aguentar meia hora de conversa.
Meninas de 30 ou mais anos... As que têm filhos querem um babaca para cuidar da cria dos outros. As que não têm filhos só querem um babaca para engravidá-las. De qualquer forma, estão tão desesperadas que são presas fáceis para levar pra cama. Depois, basta armar qualquer briga e deixá-las irem embora indignadas, batendo portas.

No meio de todas essas maluquices, encontrei algumas meninas em quem pensei que pudesse investir tempo e sentimentos.

A Thayse era estranha. Em algumas conversas, parecia que o mundo era perfeito, que casaríamos, que tudo seria cor de rosa... Em outras conversas, parecia que eu era o pior verme do mundo e tudo que ela sentia era nojo de mim.
Saímos em 2014. Ela não me deu muita moral... E assim como nos encontramos, sumimos da vista um do outro. Mais pra frente eu falo de 2015 e de quando realmente houve algo entre nós.
Bem, hoje eu noto que pelo menos ela só me deu moral quando estava realmente interessada e livre. 
Ponto para ela.

2014 eu ainda conheci mais umas doidas aqui e ali...

E então conheci a Cris.
Gostei do jeito dela. Gostei dos ideais. 
Ela me vendeu uma imagem fantástica.
Então eu disse que queria ficar com ela...
E ela disse que eu não era "o tipo" dela.
Mas ela queria continuar falando comigo. 
Desculpe, eu não sirvo pra ficar em friendzone.

(Aqui já é 2015.)

ALIÁS vou dar uma dica para os amigos homens que estão lendo isso aqui.
Querem ficar com a guria? Ela disse que gosta de ti só como amigo? Ela te empurrou para a friendzone?
SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!

Com o revolucionário método "Scape-Friendzone-Tabajara-Seu-Arthur" você vai catar a guria que você gosta, mesmo com ela te empurrando para a friendzone!

Como funciona?

PASSO 1: MOSTRE QUE VOCÊ É LEGAL
Sério. Nada disso importa se você for um completo imbecil. Não minta. Seja natural. Seja você. Seja interessante. Seja divertido. Mostre suas qualidades. Faça a menina se interessar e gostar de estar perto de ti por QUALQUER motivo.

PASSO 2: PEDRADA!
Diga na lata da guria as tuas intenções. "Gosto de ti e quero te namorar." "Meu interesse é só ficar contigo." "Quero te comer." Sei lá. Diga o que tu queres, de modo claro, sem rodeios.
A menina pode te dizer "SIM" e tu já conseguiu o que tu queres.
A menina pode te dizer "Qualquer coisa menos o sim". Aí entra o pulo do gato do método! 

PASSO 3: DISTÂNCIA
Diga a ela que tu não vai conseguir ficar perto dela se não for pra ficar com ela. Que tu vai sofrer demais. Que tu precisa se afastar da vida dela. E SAIA DE PERTO DA CRIATURA. 
Não bloqueie ela nas redes sociais, mas também não dê conversa. Se ela falar contigo, faça cena, pergunte a ela se ela quer vê-lo sofrer. Reforce o que tu queres com ela, que amizade não é suficiente. Encerre a conversa de modo rápido. Não dê moral. Não escute as conversas dela. Não chame-a para conversar. Não entre em contato.

Eu GARANTO que essa menina não suportará um mês longe de ti.
Eu GARANTO que ela vai te chamar e falar que vai te aceitar.

Apliquei o método em algumas gurias. E o método funciona em 100% das vezes.

Mas aí eu caí na burrada de lembrar do coração.
Faz falta, sabe como é.
Voltei a falar com a Bárbara.

Era para ir devagar. Era para ir tranquilo.
Mas em menos de duas semanas ela já estava planejando viagens.
Assustei. Confesso.

Então eu parei um pouco. Decidi reavaliar.

Mas o método funcionou com a Tayse.
Até agora eu não entendo porque paramos de sair juntos. 
Foi uma noite perfeita.
Depois de um final de semana perfeito.
Um café perfeito antes do teatro.
Um show no teatro perfeito.
Um jantar perfeito.
Aí, no carro, eu inventei de encostar na perna dela.
Encostar. Na perna. Sabe quando a gente coloca a mão na coxa, perto do joelho, da guria com quem estamos saindo há algum tempo, entre uma frase e outra??

Ela se fechou. Eu a deixei em casa. E nunca mais conversamos.
Eu ainda não entendi.
Era uma noite perfeita, para acabarmos em um motel perfeito... mas em vez disso acabou tudo.


OK.


Então eu decidi, novamente, que iria parar um pouco.

Não deu. O método funcionou com a Cris.
De "eu não tenho interesse em ti" de uns dois meses atrás, ela passou para "vamos namorar sério".
Se eu já estava meio assim com a Bárbara, IMAGINE com a Cris.
Foi quase um mês de relacionamento quando eu notei: ela estava comigo porque havia terminado um outro relacionamento.
Não serve. Ela foi viajar. Eu fui ficar quieto.

Não deu, novamente. Aí o método funcionou com a Andiele.

Novinha. Doida da cabeça. Lembram o que eu falei das meninas de 20 e poucos? Pois é. Melhor deixar quieto.

Aí eu coloquei na cabeça que ficaria quieto.

Final de 2015 e ADIVINHE quem veio falar comigo?
SIM! A Mariana!

Falamos tantas coisas. 
Céus, como eu ainda amo essa menina. 
E como eu estou feliz por ter conseguido me manter longe dela.

Ela sabe que eu sou o homem da vida dela. 
Eu sei que ela é a mulher da minha vida.
Mas ela ainda não tem os motivos certos pra voltar pra perto de mim. E eu não vou cair na burrada de deixar alguém com potencial tão grande de me destruir voltar a ficar perto de mim. Não. Deixe ela crescer um pouco mais. Deixe ela colocar a cabeça no lugar. Deixe ela colocar as bobagens de vida pra lá. Deixe ela ver que estamos perdendo tempo de vida longe. Deixe ela sentir necessidade de ficar perto de mim. Então a gente volta. Se tudo der certo. Se ainda houver tempo. Se ainda houver como.

Até lá, vamos vivendo.

Passei dezembro de férias sozinho em Floripa. Meu tempo. Pra mim. (Até que enfim.) Acho que foi a primeira vez na vida que eu me curti de verdade. Que eu gastei comigo. Que eu andei aonde eu quis. Aonde eu fiz as coisas que eu queria. Sem outras necessidades e desejos para conciliar.
SE houver um paraíso e SE o paraíso for o momento mais feliz da sua vida... Há um final de semana com a Mariana em NH e esse mês de dezembro de 2015 para os quais eu voltaria.

2016 começou devagar.
Eu já estava de saco cheio do meu trabalho. Estressante, maçante, tripudiante.

Eu estava quieto no meu cantinho em Floripa.
Um AP simples, em prédio de estudantes. Gastava o mínimo e guardava muito dinheiro.

Então a Cris voltou do nada.
Se disse livre do passado.
Queria namorar.

Pensei comigo mesmo: "porque não?"

E minha vida entrou em um furacão, desde então.

Mudei para um apartamento no centro de Floripa. Caro. Despesas lá em cima. Ela viria junto. Fez que veio. Não veio. Fez que seria a mulher da minha vida. Não foi.
Um mês sem ver a Cris. Ela saindo com amigas. Fotos de encontros.
Aí ela volta a falar comigo. Dois dias de whatsapp, mil promessas de amor... E ANTES DE NOS VERMOS, ela me pede dinheiro emprestado.

Ah vá pra porra.

A situação chegou a um ponto que eu simplesmente larguei Florianópolis de mão. Aceitei transferência. Abracei a empresa com meu melhor amigo. Voltei pra casa da minha família.

Foda-se o mundo.

Dois meses de tranquilidade e a Cris volta.
Uma semana de conversa no whatsapp e concordamos em ir passar um final de semana em São Joaquim. Passeio legal... era pra ser só diversão.
Segunda-feira, ela falou em amor. Em namoro.

Beleza. Eu sou burro pra caralho. Vamos ver aonde isso vai dar.
As conversas evoluem rápido. Comprar AP em Floripa. Morar junto. Filhos.

Eu tento puxar o freio de mão. "Era só um final de semana..."
Ela fica braba... mas voltamos a falar.
Então, na terça (ONTEM!!!) um amigo me manda uma foto dela do Tinder. Uma foto DO FINAL DE SEMANA EM SÃO JOAQUIM!
Entende?
No chat comigo, ela desmanchava em declarações de amor.
No Tinder, ela atualizou fotos do perfil.

Conversei com amigos homens que tenho em comum com ela. O mesmo papo de comprar AP, casar, de ter filhos, etc...

Apertei a guria no whatsapp. 
Block. 
"Não quero falar sobre isso." 
"É, eu sou assim mesmo."
"Tu está me cobrando."
"Vai pro inferno."
"É, só queria te dar o golpe, mesmo."

Amiguinhos...

Outro dia escrevi um texto aonde dizia que "Eu vou morrer sozinho... e tudo bem!".
Hoje eu testemunhei uma menina que - aparentemente - faz juras de amor só para manipular e ter ganhos pessoais. E faz essas juras com planos bem pensados através dos anos!!!
E, quando confrontada, ela não se defende. O que só faz aumentarem as suspeitas...

O dia de hoje me mostrou que o mundo é pior do que eu jamais conseguiria imaginar - e olha que eu sou especialmente bom em imaginar coisas!!!

O dia de hoje me mostrou que eu tenho que pisar com muito cuidado no caminho.
Porque algumas pedras são bem afiadas e estão prontas para desferir golpes sem que sequer imaginemos.

Mas eu ainda espero pela garota que virá sem jogos. Sem segundas intenções. De peito aberto e sem máscaras. A menina que fará questão de mim completamente.

Sou paciente. Minha Odisseia terá um final feliz.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Falando com as pessoas no futuro

33 anos.
Esse tempo todo foi o que demorou para eu notar uma coisa interessante sobre a minha pessoa.

Pouquíssimas são as pessoas com quem eu falo no presente.

Explico.

Isso é algo que sempre aconteceu. Desde que eu me entendo por gente isso aconteceu. Mas só agora, nos meus 33 anos, eu notei.

Sabe quando você conversa com uma pessoa e ela fica só respondendo monossílabos para ti? "hum" "Sim". "ahn-ahn". "Certo" "Entendo"...
Você desfia toda uma lógica para a pessoa. Passa por uma argumentação infalível. Dá exemplos indestrutíveis. E conclui em uma apoteose de explodir o cérebro com a nova ideia.
E a outra pessoa, do outro lado da conversa, com cara de paisagem.

.
.
.

Dias.

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.
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Semanas.

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Meses.

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Anos.

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.
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Muito tempo depois essa outra pessoa aparece do nada. Você já está pensando em outras coisas. Seus interesses evoluíram. Você estudou mais e até abandonou alguns pontos de vista que - antes muito convincentes - se provaram errados. E essa outra pessoa - que outrora tinha te entregue uma cara de paisagem - diz pra ti algo como: "pensei naquilo que tu disse naquela tarde de outono de 1996 e..."

Então.
Certeza que tu já passou por isso, também.

Estou escrevendo isso, aqui, porque eu tô notando esse padrão com absolutamente TODO MUNDO com quem eu converso.
Talvez meu pensamento seja rápido demais.
Talvez eu note coisas que as outras pessoas não notam.
Talvez as pessoas estejam com a cabeça em outras coisas e acabem não enxergando.
Sei lá.

O FATO é que eu tenho falado somente com o FUTURO das outras pessoas.
Quando eu converso com outra pessoa, eu nunca estou conversando com aquele amontoado de matéria orgânica que está na minha frente no exato momento que eu estou falando.

Inclusive em muitos desses meus textos...

SEMPRE. Mas absolutamente SEMPRE eu falo com o FUTURO da pessoa que está a minha frente.

Eu ficava frustrado por não ter resposta inteligentes. Por sempre encontrar resistência às minhas ideias. Por nunca ninguém pegar o fio da meada do que estou falando e me ajudar a desenvolver a linha de raciocínio.

É uma forma esquisita de solidão.

Então eu notei que as pessoas voltam. De alguma forma o que eu digo não passa inócuo. Muito pelo contrário, as pessoas retém o que eu digo. Talvez porque o que eu falo seja impactante demais. Talvez minha forma meio metódica e organizada de expor os meus pensamentos. Talvez as ideias que eu passe sejam tão fortes, que atordoam as pessoas.
Demora até que a pessoa consiga sair do seu mundo particular.
Demora até que a pessoa consiga colocar na sua mente todos os elementos que eu trouxe para sustentar a minha ideia.
E demora para que a pessoa note com comprovações reais e exemplos próprios o que eu estava tentando passar.

Mas uma hora... Ah! Uma hora as pessoas pensam no que eu digo.

E essa é uma forma interessante de não se sentir sozinho.
Veja que maluquice: talvez nesse exato momento eu esteja na cabeça de alguma pessoa com quem eu nem lembro que conversei!

Demora mas as pessoas voltam.
"Tu tava certo quando me disse que vida de festas não tem propósito e enjoa."
"Tu tava certo quando me disse que o cálculo de atendimento deve ser feito pelo momento de pico, não pela média."
"Tu tava certo quando me disse que economia não é da área de humanas."
"Tu tava certo quando falou do Complexo de Princesa."

E tantas outras histórias que, olha...

Meu desafio atual são dois.
Porque você me conhece, né amigo?
Não adianta mostrar o problema. Preciso propor uma solução.

1 - Exercitar a minha paciência com as pessoas.
Antes eu me desesperava. Ficava chateado. "Porque as pessoas resistem tanto ao que eu falo?" "Porque as pessoas não acham interessante o que eu falo?"
Hoje eu tô ligado. Quando eu falo, eu planto um pequeno vírus na cabeça das pessoas. Precisa do tempo de incubação. Precisa do tempo para infectar de verdade. E, quando a "doença" se manifestar, o processo está completo.

2 - Aprender a falar com as pessoas no presente.
Sei lá. Preciso estudar uma forma mais eficiente de disseminar meus pensamentos. Jogar uma ideia e aguardar muito tempo para que a outra pessoa entenda... para só então prosseguir uma conversa (que já pode estar ultrapassada até esse momento) não é algo que produza bons resultados.
Quem sabe uma hora eu encontre um método para me comunicar com as pessoas à minha volta?

Bem.
Até lá, vamos escrevendo.
Muito.
O que tá escrito fica registrado e as pessoas no futuro sempre podem revisitar a ideia.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Atentado de Orlando

Cara, eu tô cansado.
Sério.
Cansado DEMAIS de vocês todos.

Vocês são só BURROS, do tipo ESTÚPIDOS, ou estão SE FAZENDO DE BOBOS para passar bem?

Tá. Não você que está lendo o Ponto Final!.
Você é alguém especial, inteligente e está a fim de colocar o cérebro pra funcionar.
Beijos de luz no seu coração.

Quando eu digo "vocês", estou me referindo à imensa maioria da população. Aquela galera que se amontoa do sino do desvio padrão da mediocridade. Sabem aquelas pessoas que se acotovelam por um lugar mais próximo da média? Que se sentem felizes por estarem no lugar com mais companhia o possível? (Mesmo que a companhia seja até mais medíocre do que eles próprios...)

Vamos aos frios, chatos, intolerantes e exatos FATOS.

Um MALUCO, adepto de uma RELIGIÃO DE MERDA (desculpe a redundância... mas eu preciso reforçar a ideia), pegou armas, entrou em uma boate gay em Orlando e saiu atirando. Feito o louco que é, esse RETARDADO MENTAL matou 50 pessoas (até o momento) e deixou pelo menos mais 50 feridos.

Quer ver o desespero disso?
Na imagem abaixo, a troca de mensagens de um jovem - gay - com sua mãe.


"Mamãe, eu te amo"
"Estou no clube, eles estão atirando"
"Você está bem?"
"Preso no banheiro."
"Qual clube?"
"Chame eles, mamãe" (provavelmente a polícia)
"Agora"
"Eu estou falando, eu estou no banheiro."
"Ele está chegando."
"Eu vou morrer."

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Momento para eu respirar fundo.
Só um instante.
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Você me conhece.
Eu sou um liberal clássico.

Eu tô pouco me lixando para o seu sexo, classe social, "raça", local de nascimento, religião, orientação política, código de moral, código de honra, manias ou qualquer outra merda que você escolha.
Eu acredito quase cegamente que "gente feliz não torra o saco". E como conseguimos deixar as pessoas felizes? Simples: deixando que elas façam o que querem.

Afinal de contas, QUEM SOU EU pra dizer o que VOCÊ pode ou não fazer?

Nossas leis, nossas regras, nossos estatutos... Tudo o que convencionamos entre nós faz parte apenas de um imaginário. E esse imaginário nós só respeitamos porque queremos. Basta você sucumbir a um impulso interno que nenhuma lei estipulada conseguirá te impedir de fazer o que você quer.

"Tudo pode entre quatro paredes", não é?

E se "tudo pode entre quatro paredes", basta um pouco de confiança para poder fora das quatro paredes, também.

Entenda: nas nossas leis dizem que não se pode roubar. Mas pessoas roubam.
Na nossa lei existem punições severas para quem assassina. Mas pessoas matam.

Se convencionamos que não as pessoas não devem fazer as piores coisas possíveis e, mesmo assim, elas fazem... Porque diabos alguém tem a ilusão de que pode impor preferências pessoais bobas às outras pessoas?


ISSO.
É.
INSANO.


Há fortes indícios (e eu só tô escrevendo "fortes indícios" porque é o politicamente correto a ser feito...) de que o atirador era muçulmano. Esse imbecil fazia parte do ISIS. Ele ligou ANTES do atentado para expressar o que ia fazer e pedir a permissão ao grupo (procedimento típico dos terroristas). Esse energúmeno era filiado aos Democratas (partido de esquerda norte-americano), era militante pelo desarmamento e atuava em pautas de esquerda. Tudo para se misturar ao meio.

Sério. Cliquem na imagem e leiam a sequência de mais de 50 tuítes da repórter Rukmini Callimachi.



"1. Bom dia a todos, eu estou começando uma nova
discussão sobre a tragédia de Orlando. As novas são
que a rádio oficial do ISIS reclamou o crédito (do atentado)"


MOTIVAÇÕES RELIGIOSAS.

Sempre. Sempre. Sempre essa PORCARIA de religião.
Fazendo as pessoas trocarem FATOS COMPROVADOS por DOGMAS ESTABELECIDOS.
Fazendo as pessoas desistirem de procurarem as respostas verdadeiras para aceitar mentiras repetidas... e que nem assim se tornam verdades.

E não me venha com "só a religião muçulmana é assim"... O próprio Cristianismo era assim até a Revolução Francesa. O Cristianismo era puro terror e barbárie à favor da corrupção e manutenção de poder de poucos sobre muitos. Quando houve a Separação Entre Igreja e Estado, o Cristianismo PRECISOU evoluir, senão seria EXTIRPADO do mundo. Infelizmente o câncer Cristão evoluiu e consegue coexistir até hoje no nosso meio. Mas não se engane: o Cristianismo é uma religião tal qual a muçulmana. E qualquer um pode ver que o Cristianismo - em TODAS as suas vertentes - SEMPRE tenta colocar as manguinhas de fora quando o momento é oportuno. Ficam quietos, se fazendo de vítimas, quase mortos... mas vira e mexe tem um político de bancada cristã querendo enfiar seus dogmas nos currículos escolares ou tentando determinar que exite "Cristofobia", entre outros absurdos.

Sério galera. Se livrem desses pensamentos atrasados.

Eu sei, eu sei...
Parece que eu não tenho empatia. Parece que eu não consigo sair da minha mente e ver o mundo pelos olhos dos outros. Mas só parece, eu garanto.
Sei bem que, assim como eu, vocês também são curiosos quanto aos mistérios do mundo.
Assim como vocês, eu também borro minhas calças de medo da morte. Somos seres conscientes do nosso prazo de validade. E a ideia de cessar nossa própria existência dá medo, sim.

A diferença entre nós é que vocês ACEITAM QUALQUER MERDA como resposta.
Basta que um pastor imbecil qualquer fale com propriedade para que vocês tomem as asneiras proferidas como líquidas e certas.
Eu, por outro lado, NÃO ACEITO QUALQUER BOBAGEM como resposta.

Esse atirador era um pobre coitado cuja mente havia sido lavada até que não sobrasse NENHUM pensamento racional. No lugar de qualquer pensamento decente, próprio, altruísta, investigativo e fraternal que ele tivesse, foram implantados SÉCULOS de LIXO RELIGIOSO. De modo que toda a orientação dos seus atos era ditada pela BABOSEIRA RELIGIOSA.

Isso é tão perigoso que chega a criar absurdos dignos de filmes de terror de quinta categoria.
Quer um exemplo? E que tal esse líder religioso que diz com todas as palavras que "matar um homossexual é um ato de compaixão"?


Isso é tão errado, mas tão errado, que não há sequer como culpar diretamente o atirador.
O terrorista não tinha mais cérebro. Não tinha mais livre-arbítrio. Não tinha mais nenhum traço do que conhecemos por "liberdade de pensamento", "personalidade", "individualidade" ou qualquer um desses preceitos, tão importantes para nossa sociedade ocidental.
O tal Omar Mateen era um boneco à serviço da loucura muçulmana radical.

Mas deixemos claro: essa lavagem cerebral da religião não se dá apenas em alguns indivíduos, não.
Quando a religião está associada à cultura e à política de um país, ela é difundida de modo obrigatório a todos os indivíduos.
Olhe esse vídeo, imagine que existem milhões de templos iguais a este e veja a dimensão do problema.



E aqui é importante citar uma coisa:

O MUNDO MUÇULMANO ESTÁ EM GUERRA CONTRA O MUNDO OCIDENTAL.

Puta que pariu, eu sou liberal clássico. Eu não quero guerras. Eu quero paz, mundo em fraternidade. Eu quero liberdade e igualdade.
Mais isso sou eu, na minha mente evoluída, pensante, livre de dogmas.

Lá do outro lado esses "robôs de Alah" estão tão condicionados dentro da estupidez religiosa, que para eles nós somos INIMIGOS. Só o simples fato de você não acreditar em Alah e RESPIRAR já te faz um ALVO para os muçulmanos extremistas.


E se você não notou ainda, já fazem algumas décadas que eles vêm MATANDO CIVIS INOCENTES aqui no ocidente.

(E eu coloquei "décadas" porque eu sou bonzinho. Quando o Cristianismo era bárbaro ocidentais mataram muçulmanos. E os muçulmanos mataram e escravizaram ocidentais, também. Lembra das invasões bárbaras à Península Ibérica? Que fizeram o Rei Dom João VI trazer a coroa portuguesa para o Brasil? Porra, a gente estudo isso em história lá pela sexta ou sétima série...)

Nós estamos em Guerra com os extremistas muçulmanos, sim.
O que acontece é que o mundo ocidental não dá muita bola pra isso.
Como o confronto não acontece nos nossos termos, em um campo de batalha pré-definido, com dois exército prontos, com militares treinados um de frente para o outro, nós não consideramos guerra.

E isso traz dois problemas:
1 - Os conservadores babacas querem impor o campo de guerra nos países de onde saem os extremistas e matar todo mundo...
2 - Os progressistas babacas ficam horrorizados com crianças e mulheres que os terroristas usam de escudo humano e exigem que o massacre pare.

No fim, ficamos entre devastar toda uma região do planeta ou não fazermos absolutamente nada e sermos mortos, dia após dia.


A nossa resposta a estes atentados é tão absurda, que em vez de tratarmos do real problema, usamos as tragédias para reforçarmos nossos próprios argumentos.

Assim, progressistas imbecis estão usando a tragédia no clube gay para defenderem suas bandeiras anti-armas, anti-homofobia, para acabar com a influência militar no oriente, etc...
E do outro lado, conservadores imbecis estão usando a mesma tragédia para dizerem que as pessoas precisam de armas para se defender, que o islã precisa ser eliminado, que as políticas de imigração devem ser endurecidas, etc...

Enquanto nossos líderes ocidentais se dispersam nessa briga, os civis morrem. Nova Iorque, Inglaterra, Boston, Paris, Bruxelas, Orlando... E tantos outros lugares.

É uma situação insustentável. Eu, enquanto liberal, não queria ter que falar sobre guerra. Não queria ser obrigado a apontar que a solução é tratar essa situação como ela realmente é: uma guerra declarada.
Não queria estar aqui dividindo o mundo entre "nós" e "eles". Eu queria um único país em um único mundo, aonde todos fossemos irmãos em fraternidade. Todos nós reconhecendo e aceitando nossas diferenças.
Mas ficar sobrepondo a realidade com o que eu gostaria que acontecesse não é certo. Isso se chama religião. E o problema - quer eu queira, quer não - é que estamos em uma guerra cuja nossa cultura não compreende totalmente.
O problema não é a imigração, o controle de armas, a causa gay, etc...


O problema é que O Droy Justice saiu uma noite para se divertir. Para escutar música que gostava. Para estar com amigos, dançar até o sol raiar. Para beber suas bebidas favoritas, beijar muito a pessoa que elE ama. Para celebrar a amizade, o amor. Para comemorar as coisas boas da vida.

O Droy escutou tiros e se assustou. Correu para o banheiro para tentar se esconder. Para tentar se salvar.
O Droy escutou os tiros se aproximando. Desesperado, ele só teve tempo de pedir socorro pra sua mãe e deixar eternamente registrado o quanto a amava.

O problema é que Droy morreu porque alguém, há muito tempo atrás, escreveu um livro que dizia que ele não poderia ser quem é, fazer o que faz. E muitas outras pessoas sem noção perpetuaram esse livro até hoje. E esse infeliz do Omar deixou essas ideias o guiarem.

Essas ideias absurdas interferem na liberdade das outras pessoas.
Essas ideias absurdas impedem a felicidade das outras pessoas.
Essas ideias absurdas atacam diretamente a todos nós.
Essas ideias absurdas são o problema.

E como bom resolvedor de problemas, cá estou eu não só apontando o problema, como também dizendo o que fazer.

Porque nós já cuidamos da religião. Uma vez, na história, nós já fomos ao cerne do problema e já tiramos ele do centro das nossas vidas.
Se faz necessária uma "Revolução Francesa" no âmago do mundo muçulmano.
Se faz necessária uma intervenção intelectual, tal qual aconteceu na França.


A Revolução Francesa ocorreu porque a burguesia tinha dinheiro, mas não tinha status.

Quando as cidades europeias passaram a ter mais gente do que os campos, os trabalhos passaram a ser feitos nos BURGOS. Os BURGOS eram os amontoados de casas dos cidadãos ao redor de propriedades de nobres. Os nobres sobreviviam de taxar as pessoas que viviam nos BURGOS.
Os BURGUESES compravam produtos dos fazendeiros, trocavam esses produtos com BURGUESES de outros BURGOS e, assim, conseguiam muito dinheiro. Mais dinheiro do que os nobres conseguiam taxar.
Os BURGUESES foram os primeiros a deter DINHEIRO dentre as pessoas comuns.
Mas mesmo tendo DINHEIRO, os burgueses não tinham TÍTULOS DE NOBREZA. Assim, os burgueses não participavam dos conselhos que decidiam os principais temas do país. Eles simplesmente trabalhavam e estocavam dinheiro.

O que fez a burguesia?
Patrocinou ARTISTAS E INTELECTUAIS.
Estes passaram a publicar mais e mais materiais que faziam todo o povo pensar... CONTRA OS NOBRES.

IMPORTANTE frisar que, entre os nobres estava O CLERO. E a igreja foi severamente criticada. O poder e influência da igreja foram muito atacados.

E o povo foi insuflado a depôr o rei, seus nobres... e a igreja do poder!

Assim surgiu a ideia de democracia. Aonde periodicamente o povo escolhe um representante para organizar o para assumir o poder no país.

Eu acredito que a guerra contra o mundo muçulmano deva ocorrer nesse sentido.

Eles têm dinheiro porque o PETRÓLEO os financia. 
E quem compra esse petróleo? 
O mundo ocidental.

Logo, uma corrida por fontes de energia alternativas seria um golpe e tanto no mundo muçulmano.

Em segundo lugar, a internet é um difusor de ideias quase instantâneo. E os muçulmanos utilizam a internet para difundir suas ideias loucas para o mundo ocidental, captando seguidores aqui. Precisamos URGENTEMENTE fazer um contra-ataque intelectual. Trazer o máximo de muçulmanos para o lado da liberdade, fraternidade e igualdade. Precisamos "invadir" o Oriente Médio no plano DAS IDEIAS.
Insuflar revoltas contra o islã... e APOIÁ-LAS COM RECURSOS. Inclusive bélicos, se necessário for.


Iniciativas como a do Zuckerberg, de criar internet via satélite de graça para todos... Apesar de aparentemente utópica, seria excelente para prover um canal de ideias em locais aonde o governo tenta barrar o acesso da população. (E por mais louco que pareça, lembre que comunicadores na palma da mão eram ficção científica de Jornada nas Estrelas, 40 anos atrás...)


É público e notório que culturas evoluem.
Culturas são quase como seres vivos. Nascem, crescem, se desenvolvem, aprendem com suas semelhantes, envelhecem... e morrem.
Como eu já disse, eu acredito que existam culturas mais e menos avançadas. Hoje mesmo, existem tribos indígenas que vivem culturas da idade da pedra. Pessoas que morrem por causa de doenças que os gregos antigos já sabiam como evitar ou curar, mais de dois mil anos atrás.
E do mesmo modo, os muçulmanos vivem em uma cultura de cerca de mil anos atrás. Estão parados no tempo, achando que um ser superior lhes falou a verdade e seguem seu livrinho cegamente.

Nós, que já transcendemos essa fase escura na nossa cultura, precisamos libertar essas pessoas do mundo muçulmano. É nosso dever mostrar a eles o caminho para longe dessa idade de trevas.
Não só pelo bem que eles receberão ao serem libertos... Mas pelo bem dos cidadãos da nossa sociedade.