terça-feira, 9 de outubro de 2012

Voltei a ser Público-Alvo da Panvel

Eu sou um ser sem alma, sabe? A única pena que eu sinto é a de ver as pessoas não sabendo viver. E, mesmo assim, porque isso me afeta diretamente. Quando você não estuda, trabalha e vive uma vida correta, eu tenho que pagar mais impostos e, ainda assim, fico com medo de não ter acesso aos serviços que o Estado deveria me garantir.

Mas, mesmo sendo um cara tão perversamente maquiavélico assim, eu sou um cara justo.

Faz alguns meses que eu escrevi um texto explicando porque eu não era o público-alvo da Panvel.
Panvel, novamente, é uma grande rede de farmácias e drogarias aqui do sul do Brasil.

Eu estou escrevendo esse texto para mostrar uma nova propaganda da Panvel. Uma campanha que, desta vez, atingiu-me como se eu fosse o alvo da propaganda. (Tá, eu sei, não foi só pra mim.)

Antes de colocar o vídeo aqui, eu quero deixar bem claro: eu não gosto de cachorros. Nem de bebês. Não me comovo com esses dois seres. Não adianta. Lembram ali do início do texto? Eu sou um cara sem alma.
Na verdade eu gosto de gatos, para não dizer que eu sou um completo ogro.

Entretanto, a propaganda foi tão bem elaborada, que conseguiu me atingir. E, aliás, está emocionando a todas as pessoas que estão assistindo. Esse é um daqueles comerciais em que tu não sabes ao certo se é propaganda comercial pura, ou arte da mais alta categoria.

Na dúvida, eu quero acreditar que é arte.